Agronegócio
Indústria Alimentícia Investe em Marketing Digital para Aumentar Vendas e Fortalecer Marca
A internet se consolidou como um poderoso ambiente para o desenvolvimento de negócios, impulsionando vendas, fidelizando clientes e ampliando a visibilidade das marcas. Esse cenário promissor tem atraído investimentos significativos, com retornos financeiros cada vez mais rápidos, medidos pela métrica ROAS (Retorno sobre Investimento em Publicidade).
De acordo com o estudo Cenp-Meios, realizado pelo Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), os investimentos em publicidade no Brasil atingiram R$ 23,4 bilhões em 2023, um crescimento de 10,4% em relação ao ano anterior. A mídia digital tem mostrado crescimento contínuo, com a TV Aberta ainda liderando, representando 39,6% do total de investimentos, enquanto a internet já capta 38,2% desse montante.
“Um dos setores que tem buscado apoio no marketing digital para melhorar sua performance comercial e reforçar o valor da marca é a indústria alimentícia”, afirma Rodrigo Caminitti, CEO da WebSnap, uma agência de marketing digital especializada em performance e inbound marketing.
Um exemplo recente de sucesso é a parceria entre a WebSnap e a Baldoni, empresa brasileira que comercializa mel e outros produtos naturais. A Baldoni enfrentava o desafio de aumentar suas vendas online, fortalecer sua presença digital e explorar novos canais de venda para garantir um crescimento sustentável. Em apenas três meses, a WebSnap implementou campanhas de ofertas exclusivas e conteúdos que enriqueceram a jornada de compra dos clientes, resultando em um ROAS de mais de 700% e um aumento de 64% no faturamento. A próxima etapa da parceria inclui estratégias focadas nas vendas durante a Black Friday e inovações para a APAS Show 2025, a maior feira voltada para o mercado varejista.
Outra empresa do setor alimentício que recorreu ao marketing de performance foi a Kroon, marca da FrieslandCampina, uma das dez maiores indústrias de laticínios do mundo. A Kroon, que oferece uma seleção de queijos gourmet, enfrentava a necessidade de revitalizar suas estratégias para surpreender consumidores e proporcionar novas experiências. “A agência digital WebSnap nos apresentou um plano de ações alinhado com as necessidades da marca, trazendo soluções modernas que tornaram nossos queijos holandeses mais relevantes no mercado brasileiro. Estamos confiantes de que, em breve, conseguiremos engajar nossos seguidores digitais com experiências inovadoras e conteúdos consistentes em todas as plataformas digitais”, afirma Fabiana Grandini, gerente de Marketing da América Latina e México da Queijos Kroon.
Com 15 anos de mercado, a WebSnap se destaca como uma das 50 maiores agências digitais do Brasil.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agronegócio
Projeto que dá poder de veto ao Mapa contra ‘canetadas’ ambientais avança na Câmara
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5900/2025, uma proposta que cria um “freio de arrumação” na edição de normas federais e estabelece uma etapa obrigatória de avaliação técnica para qualquer medida que impacte o agronegócio.
Fruto de uma articulação direta da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o texto determina que regras sobre produção, cultivo, manejo, transporte ou comercialização no campo passem pelo crivo prévio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A medida ataca a insegurança jurídica que vinha travando licenças ambientais e linhas de crédito rural no País.
O projeto, de autoria do presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, traz como principal trunfo o caráter vinculante da manifestação do Mapa. Na prática, a análise econômica e de abastecimento feita pela pasta da Agricultura terá peso decisivo. Atos federais editados por outros órgãos (como o Ministério do Meio Ambiente ou Ibama) sem essa consulta prévia perderão a validade jurídica em relação às atividades produtivas afetadas.
A movimentação da FPA ocorreu em resposta a um gargalo que vinha tirando o sono dos produtores: o enquadramento de espécies de altíssima relevância econômica em regimes regulatórios restritivos por órgãos ambientais, tratando culturas tradicionais quase como ameaças ou invasoras.
A coordenação de Meio Ambiente da bancada, que relatou o projeto por meio do deputado Pezenti (MDB-SC), sustentou que a falta de uma análise técnica integrada vinha gerando prejuízos severos na base produtiva, dificultando a renovação de licenças e fazendo com que bancos questionassem a liberação de custeio. Com o texto costurado pela frente parlamentar, ficam protegidas contra restrições surpresas cadeias como:
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Aquicultura e Pesca: Cultivos de tilápia, tambaqui e camarão cinza;
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Silvicultura: Florestas plantadas de eucalipto e pinus;
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Fruticultura Tropical: Pomares de manga, goiaba e outras variedades;
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Pecuária: Pastagens de brachiaria, base da carne bovina nacional.
A tese defendida pela FPA é de que a conservação ambiental e a produção agropecuária não são agendas excludentes, mas complementares. O foco do trabalho institucional foi blindar quem produz de normas redigidas por corpos burocráticos sem diálogo com a realidade prática do campo.
Para garantir que a proposta não fosse derrubada por vício de iniciativa (quando o Legislativo tenta interferir diretamente na estrutura interna do Poder Executivo), a FPA desenhou uma estratégia jurídica rigorosa no substitutivo aprovado em Plenário.
Em vez de propor alterações na lei de organização dos ministérios, a bancada deslocou a nova regra diretamente para a Lei nº 8.171/1991, que institui a Política Agrícola Nacional. Essa engenharia jurídica protege o projeto contra futuros questionamentos nos tribunais e consolida a coordenação institucional como um princípio definitivo da política de Estado para o campo. A aprovação foi defendida pelos membros da frente como uma qualificação da tutela ambiental, obrigando o governo federal a sentar à mesa de forma coordenada antes de emitir qualquer portaria ou decreto normativo.
A aprovação do projeto pela Câmara representa uma vitória institucional robusta para a FPA e sinaliza estabilidade para o planejamento de longo prazo do setor, fator essencial para o fechamento de contratos internacionais e atração de capital privado para o agro.
Ao exigir uma análise de impacto socioeconômico antes de qualquer nova exigência regulatória, a medida estruturada pela bancada visa evitar o desabastecimento, proteger postos de trabalho no interior e impedir o encarecimento de alimentos fundamentais na mesa dos brasileiros. O texto segue agora para as próximas etapas de tramitação no rito legislativo.
Fonte: Pensar Agro
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