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Agronegócio

Queijaria de Ouro Verde Recebe Apoio da Emater Goiás para Aperfeiçoamento e Expansão

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Em Ouro Verde, Goiás, a Queijaria Tino Weber, conhecida pela produção de queijos artesanais e pela recepção de visitantes, está recebendo suporte da Emater Goiás para aprimorar suas atividades. A assistência técnica visa não apenas elevar a qualidade dos produtos, mas também expandir as atividades turísticas e comerciais da propriedade.

A Emater Goiás está implementando dois programas principais na queijaria. O primeiro é o Bovinocultura Sustentável, que foca na estruturação do solo, manejo de pastagens e forrageiras, e interação com o gado. Este programa busca aumentar a produção de leite, essencial para a fabricação dos queijos, e aprimorar a gestão da propriedade, consolidando-a como uma empresa rural eficiente.

Além disso, a Queijaria Tino Weber participa do Aconchego Rural, um programa de turismo rural desenvolvido pela Emater e Goiás Turismo. O Aconchego Rural visa melhorar a experiência dos visitantes, oferecendo orientações sobre atendimento ao cliente, aprimoramento do espaço físico e estratégias de marketing. Técnicos da Emater visitam a propriedade para sugerir melhorias e otimizar a recepção dos turistas.

Rafael Gouveia, presidente da Emater, destaca a importância da inovação contínua nos negócios rurais. “Nosso objetivo é apoiar os produtores na implementação de novos processos e na obtenção de melhores resultados. Com as visitas periódicas dos nossos técnicos, estou confiante de que a queijaria melhorará suas atividades e aumentará a renda familiar”, afirma.

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Rosana, proprietária da Queijaria Tino Weber, enfatiza que a assistência da Emater contribuirá significativamente para a expansão do negócio, especialmente na recepção de turistas. “Os visitantes têm a oportunidade de ver de perto o processo de produção dos queijos, conhecer as vacas, degustar nossos produtos e interagir com o ambiente. As melhorias que vamos implementar aumentarão a visibilidade do nosso negócio e atrairão novos clientes”, comenta.

Durante as visitas, os técnicos da Emater conheceram a história da família, as instalações da propriedade e os processos realizados, além das práticas voltadas para sustentabilidade e bem-estar animal. Isabela Lima, técnica agropecuária e coordenadora do programa Aconchego Rural, acredita que a integração dos programas trará resultados positivos. “A propriedade já está colhendo os frutos do programa Bovinocultura Sustentável. Com a assistência adicional, conseguiremos agregar valor aos produtos e serviços, aumentando a renda e atraindo mais turistas”, afirma.

Além do apoio da Emater Goiás, a Queijaria Tino Weber também é supervisionada por equipes da Agrodefesa, responsável pela inspeção sanitária e garantia da qualidade dos produtos oferecidos ao consumidor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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