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Mais de 95% dos colaboradores da Arcos Dorados afirmam que a empresa é inclusiva para pessoas LGBTQIA+

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Empresa reforça seu compromisso com um ambiente seguro e respeitoso para pessoas LGBTQIA+ no Brasil
Empresa reforça seu compromisso com um ambiente seguro e respeitoso para pessoas LGBTQIA+ no Brasil

Em celebração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, a Arcos Dorados — empresa responsável pela operação do McDonald’s no Brasil e em 19 países da América Latina e Caribe — reafirma seu compromisso com a promoção da diversidade, da inclusão e do respeito no ambiente de trabalho.

A companhia, que conta com mais de 8 mil colaboradores declarados LGBTQIA+ (21% de seu quadro de funcionários – enquanto a Pesquisa Ipsos 2024 aponta que na sociedade brasileira essa representatividade é de 14%), investe continuamente em iniciativas que impulsionam a inclusão e geram um ambiente de trabalho cada vez mais seguro e respeitoso para todas as pessoas. Ainda, são mais de 900 pessoas trans e, em relação ao total de posições de liderança da companhia, 15% são ocupadas por pessoas da comunidade LGBTQIA+.

A Arcos Dorados tem a inclusão como um de seus princípios e está comprometida em oferecer uma experiência positiva, livre de discriminação e violência. Segundo um levantamento da Travessia — consultoria especializada em Diversidade, Equidade e Inclusão, 53% dos profissionais entrevistados disseram conhecer alguém que já sofreu preconceito no ambiente de trabalho, e 24% relataram ter vivido essa discriminação diretamente, por conta de sua identidade, expressão de gênero ou orientação sexual.

Por outro lado, como reflexo de suas ações de equidade e inclusão, em pesquisa realizada internamente com seus colaboradores, no Brasil, 94,5% dos funcionários afirmam se sentir tratados com respeito e 93% dos respondentes percebem ações concretas da Arcos Dorados para promover uma cultura diversa e inclusiva. “Temos o compromisso de promover a escuta ativa e oferecer um espaço de confiança para que nossas pessoas se sintam confortáveis para se expressar. Os dados dessa pesquisa reforçam que nossos esforços estão sendo vivenciados dentro da companhia, assim seguimos comprometidos e priorizando essa agenda”, afirma Fábio Sant’Anna, Diretor de Gente, Diversidade e Inclusão na Arcos Dorados.

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O valor de ser quem é

A Arcos Dorados adota a filosofia da Cooltura de Serviço, que orienta comportamentos com base nos princípios e valores da companhia. Integrada à rotina dos colaboradores, essa filosofia incentiva que as pessoas sejam quem realmente são, com liberdade para se expressar — desde como se comunicam ao visual que desejam.

Exemplo disso é Victor Moreira de Souza, de 24 anos, e que trabalha no McDonald’s há um ano e demonstra estar feliz por fazer parte do time de colaboradores da marca. “A minha experiência aqui no restaurante é maravilhosa. Fui super bem recepcionado e muito bem tratado. Fora que a politica da empresa de Cooltura de Serviço é simplesmente surreal, todos os funcionários são muito bem acolhidos e não existe nenhum tipo de discriminação ou preconceito. Eu amo trabalhar no Méqui, sinto que sempre farei parte desta família maravilhosa”, conta ele.

O compromisso com a inclusão se materializa por meio de iniciativas que fortalecem a escuta, o respeito, a conscientização e a valorização das individualidades. Um exemplo disso é o Comitê de Diversidade e Inclusão, criado em 2018, com o objetivo de promover diálogos e ações para as frentes de Gênero, Raça, Gerações e Pessoas com Deficiência, além do pilar de Diversidade Sexual, que conta com iniciativas como:

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● Rede Orgulho Arcos: grupo de trabalho formado por colaboradores de diversas áreas.
● Guia de Diversidade Sexual: guia com diretrizes para o combate à discriminação e a promoção de um ambiente de trabalho mais inclusivo.
● Uniformes: código de vestimenta que neutraliza os estereótipos de gênero.
● Nome social: independentemente do registro civil, seja nos restaurantes ou nos escritórios, as pessoas são identificadas pelo seu nome social em todos seus documentos internos.
● Benefícios extensivos: todos os benefícios são extensivos aos cônjuges de mesmo gênero.
● McAmigo: apoio psicológico, jurídico e de assistência para lidar com questões do dia a dia, e no momento de transição de gênero, para retificação da documentação, acesso a serviços de saúde e acompanhamento especializado no processo.
● PPR: a política atual de PPR, firmada em 2023, prevê isenção de desconto em casos de afastamentos necessários para hormonização e cirurgias de redesignação sexual.

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CIDADES

Margareth Buzetti destaca força do trabalho e defende política nacional de creches

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Em visita ao Shopping Popular de Cuiabá neste sábado (15.08), a candidata ao Senado, Margareth Buzetti, conversou com comerciantes e trabalhadores e destacou a força do empreendedorismo como uma das principais engrenagens da economia e da geração de renda no Brasil.

Empresária e com trajetória construída no setor produtivo, Margareth percorreu os corredores do centro comercial, ouviu demandas e ressaltou que quem empreende enfrenta diariamente desafios que vão da burocracia e da carga de obrigações à dificuldade de acesso a condições melhores para manter e ampliar seus negócios.

“Quem abre uma porta todos os dias, paga suas contas, gera emprego e tira o sustento da própria família sabe o tamanho da coragem que é empreender neste país. O poder público precisa parar de criar dificuldades e começar a facilitar a vida de quem trabalha e produz”, afirmou.

Margareth defendeu uma legislação mais simples e políticas que contribuam efetivamente para o pequeno e médio comerciante, com menos entraves, segurança para investir e condições para que os negócios possam crescer.

Durante a visita, a candidata também chamou atenção para uma realidade presente entre milhares de mulheres empreendedoras: a dificuldade de conciliar trabalho e maternidade. Entre as propostas defendidas por Margareth está a criação de uma política nacional de creches, ampliando o acesso a espaços seguros para que mães possam deixar seus filhos enquanto trabalham.

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“Quantas mulheres querem trabalhar, empreender e conquistar sua independência, mas não têm com quem deixar seus filhos? Creche não é apenas uma política para a infância. É também uma política de emprego, renda e autonomia para as mulheres”, destacou.

Para Margareth, a experiência de quem vive o setor produtivo precisa estar mais presente na construção das leis.

“Eu sei o que é empreender, gerar emprego, pagar salário e enfrentar dificuldades para manter uma empresa funcionando. Precisamos de leis conectadas com a vida real, que deem oportunidade para as pessoas crescerem pelo próprio trabalho”, concluiu.

Luzinete Lopez, de 50 anos, maranhense, mãe e comerciante lembrou da época em que tudo era mais fácil. “Eu comecei a trabalhar com 10 anos de idade e nunca mais parei. Os tempos são outros. Hoje, não pode isso e aquilo, tudo é mais difícil, custa mais caro. Não é só a força do trabalho, é ter que lutar diariamente para manter as portas abertas, tirar daqui o sustento da família e vencer na educação dos filhos”.

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