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CALOTE: Prefeitura de Cuiabá não paga médicos e empresa ameaça paralisar atividades

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A empresa Pró Ativo Gestão da Saúde e Clínica Médica S/A notificou a Empresa Cuiabana de Saúde Pública, na pessoa do seu presidente, para que efetue pagamento de duas notas fiscais que estão atrasadas desde junho/2020, no total de R$ 645.712,00 (seiscentos e quarenta e cinco mil, setecentos e doze reais) pelos serviços prestados em Junho/2020.

Trata-se do Contrato 78/2019 firmado entre a Prefeitura de Cuiabá e a Pró Ativo para serviços médicos de enfermaria clínica e pediatria do HMC.

No documento percebe-se que o contrato já se encerrou desde junho/2020 e por insistência da Empresa Cuiabana de Saúde Pública, a empresa Pró Ativo continuou mantendo a equipe médica atendendo, por entender de boa fé que se trata de serviços essenciais à população, ainda mais nesse período crítico da pandemia do coronavírus em todo o país.

Ainda no teor do documento de notificação, com data de 15/10/2020, o prazo para regularização da pendência é até o dia 26/10/2020, com risco de paralisação das atividades dos médicos contratados pela empresa terceirizada de serviços médicos.

Com isso, algumas dúvidas surgem e imediato, o que a Prefeitura de Cuiabá fez com os milhões que recebeu do Governo Federal para o combate ao coronavírus?

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Obvio que qualquer serviço médico, de qualquer especialidade deve ser mantido nesse período de pandemia, e não seria diferente nesse caso.

Consultando o portal da transparência, a Prefeitura de Cuiabá apresenta a Empresa Cuiabana de Saúde Pública como a maior credora de valores gastos com atendimento emergencial pela covid-19, valor acima de 12 milhões e reais, e não pagaram um serviço tão essencial? Realizado com a boa fé, pois o contrato já havia sido encerrado.

     Fonte: Portal da Transparência Prefeitura de Cuiabá 

O atual Vereador e candidato a reeleição Diego Guimarães se pronunciou em suas redes sociais a respeito do assunto, denunciando este calote da Prefeitura de Cuiabá, bem como o risco eminente da paralisação dos serviços médicos no HMC.

Ao Prefeito Emanuel Pinheiro cabe a pergunta: Onde foi usado o dinheiro repassado pelo governo federal para a saúde de Cuiabá em caráter emergencial?

Veja aqui o documento de notificação protocolado pela empresa Pró Ativo:

Veja o vídeo postado pelo Vereador Diego Guimarães:

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ABSURDO!! NOVO HMC PODE PARAR DE FUNCIONAR A empresa prestadora de serviços médicos em Cuiabá, Pro Ativo, notificou a prefeitura sobre o atraso no pagamento dos médicos. De acordo com a notificação, o prefeito Emanuel Pinheiro não está pagando a empresa desde junho de 2020 e caso o valor não seja pago os médicos podem parar de atender os pacientes do Hospital Metropolitano de Cuiabá (HMC). A gestão do paletó não tem respeito algum pelo cidadão que necessita do sistema público de saúde. Aonde foi parar o dinheiro da Covid19? Será que o prefeito quer matar o cidadão cuiabano? CHEGA DE CORRUPÇÃO! Se você também está cansado dessa gestão e deseja mudar nossa cidade, compartilhe esse post e no dia 15 de novembro vote 23444 para vereador e 19 para prefeito. NOSSO PARTIDO É CUIABÁ! Vereador é Diego Guimarães – 23444 Prefeito é Abílio e Wellaton – 19 #diegoguimaraesmt #vereador #eleicao #cuiaba #candidato #pracima #forapaletó #cuiabámt #eleições2020 #apoio #voto #câmaradecuiabá #prefeituradecuiabá #eleicoesmunicipais

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da Redação

 

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DENÚNCIAS

MPF denuncia seis pessoas por formação de quadrilha e crimes contra ordem tributária

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O Ministério Público Federal (MPF), por meio da unidade em Barra do Garças (MT), denunciou seis pessoas por prática de crime contra a ordem tributária e formação de organização criminosa. A denúncia faz parte do conjunto de investigações no âmbito da Operação Ecdisona, deflagrada pelo MPF e Polícia Federal em junho de 2020.

A prática criminosa resultou em prejuízo ao erário no valor aproximado de R$ 6,8 milhões a título de tributos federais constituídos em dívida ativa. O valor foi extraído a partir de pesquisa realizada no site da Procuradoria da Fazenda Nacional, o qual ilustra os valores inscritos em dívidas ativas das empresas envolvidas.

De acordo com as investigações, um dos denunciados se utilizou de sua formação como técnico em contabilidade e, por meio de sua empresa, cooptava empresários proprietários de empresas inscritas em dívidas ativas e fazia alterações societárias nestas, incluindo como sócios outras pessoas, conhecidas popularmente como “laranjas”.

Em seguida, era constituída nova sociedade empresária com a mesma atividade, no mesmo endereço e com sócios originais da primeira empresa, dando continuidade assim, às atividades da empresa, livre das dívidas. Três dos acusados foram denunciados por cederem seus nomes e documentos pessoais, em troca de quantias ínfimas, com o propósito de integrarem o quadro societário de empresas com dívidas ativas, ou seja, os “laranjas”. Sete empresas estavam envolvidas no sistema criminoso.

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As investigações, que resultaram na deflagração da Operação Ecdisona, realizadas em inquérito policial da Delegacia de Polícia Federal de Barra do Garças, foram requisitadas pelo MPF, oportunidade em que se apurou a existência de associação criminosa. A partir da análise da documentação apreendida durante a operação, foi possível realizar a denúncia dos participantes e dos beneficiados pela fraude.

Fonte: Unicanews

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