Eleições Municipais 2020

DENUNCIA: Vereador Misael Galvão é acusado de compra de votos

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O Mato Grosso Mais Notícias teve acesso exclusivo a vídeos que mostram assessores do vereador Misael Galvão, atual presidente da Câmara de Vereadores de Cuiabá, e candidato à reeleição comprando votos em bairros da capital.

No vídeo, pode ser visto assessores do Vereador confirmando preço de R$ 250,00 para cada eleitor que colocar placa do candidato em suas residências, além disso confirmam o repasse de R$ 50,00 por semana em combustível.

Em um dos vídeos mostra a atuação da equipe de assessores combinando com pessoa que se diz conhecido no bairro e que vai indicar mais casas, inclusive pergunta aos assessores se já passaram na casa de uma das indicações dele, e confirmam os valores combinados.

Outro vídeo aparece os mesmos assessores fazendo um tipo de check list dos locais que já compraram os eleitores para colocarem placas e ao mesmo tempo comprarem os votos.

É evidente que os vídeos confirmam se tratar do candidato Misael Galvão, pois tem placas e propagandas dele em todos os cantos.

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Agora cabe ao TRE-MT tomar as medidas pertinentes ao caso, trata-se de crime eleitoral, que poderá caçar a candidatura do atual presidente da Câmara de Vereadores de Cuiabá, além de ficar inelegível por muito tempo.

Vale lembrar que Misael Galvão é aliado do Prefeito Emanuel Pinheiro, e foi com forte influência dele que o candidato a prefeito e atual vereador Abílio Jr. foi cassado ilegalmente.

da Redação

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BOMBA: Leitão acusa ‘lava-jatinho’ em Mato Grosso

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O ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB) denunciou a existência de uma “lava-jatinho” em Mato Grosso, que seria liderada pelo deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), conhecido como Nininho. No dia 29 de outubro de 2020, Leitão se reuniu virtualmente com o procurador eleitoral Erich Raphael Masson para fazer uma série de denúncias, entre elas uma acusação que aponta a existência de uma “lava-jatinho” no Estado e citou o deputado.

O ex-deputado também menciona o ex-vereador Toninho de Souza (PSDB) e o atual presidente da Câmara de Cuiabá, Juca do Guaraná (MDB), em suposto esquema de compra de apoio político em favor de candidatura adversária à de Leitão. O recurso para estes pagamentos, segundo ele, viria do empresário Eraí Maggi e do deputado Nininho.

Ao citar a suposta “lava-jatinho”, Nilson afirmou que Nininho utiliza de sua influência política para conseguir obras para as suas empreiteiras. Nininho foi alvo da Operação Chapéu de Palha, deflagrada no último dia 9 de dezembro de 2020. Segundo investigadores da Polícia Federal, o parlamentar lidera um esquema de propina e fraude à licitação que ocorre em municípios do sul do Estado e na Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT).

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A denúncia sobre a “lava-jatinho” foi feita junto com outras diversas denúncias em que Leitão aponta abuso de poder econômico e compra de votos no grupo político do PSD. A operação Chapéu de Palha apontou que Nininho e o irmão, Humberto Bortolini, que é prefeito de Itiquira, atuavam dispersavam os recursos das obras vencidas mediante fraude em licitações com outros integrantes do suposto grupo criminoso.

Decisão
As denúncias de Leitão foram desmembradas e as investigações estão sendo feitas de forma separada pela Polícia Federal, que apura se houve ou não crime nos casos relatados. “Sobre os demais fatos, em especial suposto abuso de poder político e financiamento de campanhas praticados por Ondanir Bortolini, o Nininho, e Eraí Maggi entendo que devem ser tratados em autos apartados. Desse modo, sobre estes últimos fatos, determino a extração de cópia do presente documento e instauração de Notícia de Fato, com fulcro no art. 53, da Portaria PGE nº 01, de 09 de setembro de 2019”, diz trecho da decisão do procurador.

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Outro lado
A reportagem do jornal A Gazeta tentou contato com os citados na denúncia. Apenas o ex-vereador Toninho de Souza (PSD) se manifestou. Em conversa por telefone, Toninho alegou que a questão trata de um problema de terceiros e que prefere não comentar sobre o assunto no momento. Segundo o ex-vereador, quando for solicitado irá prestar esclarecimento judicialmente sobre o caso.

Fonte: Gazeta Digital

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