Farra da calamidade pública na saúde

Operação Apneia investiga compra de respiradores no Amazonas

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O Ministério Público do Amazonas (MPAM) faz, na manhã desta quarta-feira (10), a Operação Apneia com o objetivo de cumprir 14 mandados de busca e apreensão como parte das investigações de suspeitas de fraude na compra de ventiladores respiratórios sem licitação.

Entre os alvos da operação, estão residências particulares e a sede da Secretaria de Estado de Saúde (SUSAM). Os suspeitos são acusados de lavagem de dinheiro, associação criminosa, entre outros crimes.

A investigação indica contratação foi direcionada para que determinada empresa fosse escolhida para fornecer equipamentos médicos superfaturados.

Em nota no site, o MPAM informou que “o material a ser apreendido pertence a empresários e servidores públicos da SUSAM, incluídos ex-secretários de Estado”.

Operação no Pará

Além dessa operação, a Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (10), a Operação Para Bellum, para apurar fraudes na compra de respiradores pulmonares pelo governo do Pará

Os alvos das buscas são pessoas físicas e jurídicas suspeitas de participarem das fraudes. Dentre elas, estão servidores públicos estaduais e sócios da empresa investigada. A polícia está, neste momento, na sede do governo do Pará, casa do governador Helder Barbalho.

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A operação tem participação de 130 policiais federais, além do apoio da Controladoria Geral da União e da Receita Federal do Brasil. Estão sendo cumpridos 23 mandados de busca e apreensão nos estados do Pará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo e Distrito Federal, em cumprimento à determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Fonte: cnnbrasil.com.br

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VERGONHA-Em plena crise econômica atual e futura, Governo de Mato Grosso reajusta tarifa de pedágio nas rodovias estaduais

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Conforme publicado no diário oficial do estado, a partir de hoje, 25/06, o governo do estado de Mato Grosso, através da secretaria de infra estrutura, via portaria Nº 084/GS/SINFRA, estabeleceu novos valores para cobrança dos pedágios nas rodovias estaduais, cujo aumento médio foi da ordem de 7%.

Tudo isso em meio à crise financeira que se instala em todo o país por conta da pandemia do coronavírus, em que diversos setores estão sendo obrigados a manterem suas portas fechadas, desencadeando em desemprego, diminuição do poder de compra do cidadão.

Afinal de contas, quem vai pagar esse aumento e tarifa? Lógico que é o povo, aquele cidadão que vai pagar mais caro pelos produtos que rodaram nas estradas estaduais até cegarem ao consumidor final.

7% é um índice muito maior que a inflação anual, e basta verificar que nenhuma reposição anual do salário do trabalhador atingiu tamanha porcentagem.

Isso sem dizer na péssima qualidade das estradas que foram concedidas às empresas para que fossem feitas as devidas manutenções, melhorias e assim explorassem com a cobrança do valor dos pedágios, ou seja, cobram por algo que não entregam.

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O valor que estava sendo cobrado desde 2019 era de R$ 0,10882 (dez centavos e oitocentos e oitenta e dois milésimos de real) por quilômetro (km), passando para R$ 0,11676 (onze centavos e seiscentos e setenta e seis milésimos de real) por quilômetro (km).

Isso sem falar que o último reajuste de valor foi no mês de Setembro de 2019, portanto nove meses depois já passam a reajustar em 7%.

É uma vergonha vermos pessoas em situação de desespero financeiro por conta do fechamento do comércio, que após retorno às atividades comerciais na capital e em Várzea Grande, ainda tiveram que passar por mais uma medida absurda de novo fechamento por mais 15 dias, em que é evidente que empresários irão fechar as portas de vez, trabalhadores irão ficar desempregados, e ainda teremos que pagar mais caro por um serviço que sequer vem sendo prestado com qualidade.

Da Redação

 

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