Vergonha

VERGONHA-Em plena crise econômica atual e futura, Governo de Mato Grosso reajusta tarifa de pedágio nas rodovias estaduais

Publicados

em

Internet

Conforme publicado no diário oficial do estado, a partir de hoje, 25/06, o governo do estado de Mato Grosso, através da secretaria de infra estrutura, via portaria Nº 084/GS/SINFRA, estabeleceu novos valores para cobrança dos pedágios nas rodovias estaduais, cujo aumento médio foi da ordem de 7%.

Tudo isso em meio à crise financeira que se instala em todo o país por conta da pandemia do coronavírus, em que diversos setores estão sendo obrigados a manterem suas portas fechadas, desencadeando em desemprego, diminuição do poder de compra do cidadão.

Afinal de contas, quem vai pagar esse aumento e tarifa? Lógico que é o povo, aquele cidadão que vai pagar mais caro pelos produtos que rodaram nas estradas estaduais até cegarem ao consumidor final.

7% é um índice muito maior que a inflação anual, e basta verificar que nenhuma reposição anual do salário do trabalhador atingiu tamanha porcentagem.

Isso sem dizer na péssima qualidade das estradas que foram concedidas às empresas para que fossem feitas as devidas manutenções, melhorias e assim explorassem com a cobrança do valor dos pedágios, ou seja, cobram por algo que não entregam.

Leia Também:  Hospital em Manaus é acusado de cobrar preço abusivo para tratar Covid-19

O valor que estava sendo cobrado desde 2019 era de R$ 0,10882 (dez centavos e oitocentos e oitenta e dois milésimos de real) por quilômetro (km), passando para R$ 0,11676 (onze centavos e seiscentos e setenta e seis milésimos de real) por quilômetro (km).

Isso sem falar que o último reajuste de valor foi no mês de Setembro de 2019, portanto nove meses depois já passam a reajustar em 7%.

É uma vergonha vermos pessoas em situação de desespero financeiro por conta do fechamento do comércio, que após retorno às atividades comerciais na capital e em Várzea Grande, ainda tiveram que passar por mais uma medida absurda de novo fechamento por mais 15 dias, em que é evidente que empresários irão fechar as portas de vez, trabalhadores irão ficar desempregados, e ainda teremos que pagar mais caro por um serviço que sequer vem sendo prestado com qualidade.

Da Redação

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

DENÚNCIAS

MPE investiga Gilberto Figueiredo por compra irregular de medicamento

Publicados

em

Imagem: Governo do Paraná

O Ministério Público do Estado (MPE) abriu inquérito civil contra o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, e demais servidores da pasta por possíveis atos de improbidade administrativa, malversação de recurso público e dano ao erário, que podem chegar a R$ 4,3 milhões. A investigação é sobre a compra de um medicamento para deficiência do hormônio de crescimento e Síndrome de Turner.

De acordo com a portaria assinada pelo promotor de Justiça Célio Fúrio, uma auditoria da Controladoria Geral do Estado (CGE), apontou diversas irregularidades na “aquisição, armazenamento e distribuição de medicamento Somatropina Humana 12 UI, realizados pela Secretaria de Estado de Saúde, no período de abril de 2017 a setembro de 2019”. O remédio atende crianças com nanismo devido à deficiência do hormônio do crescimento e na Síndrome de Turner.

Segundo o MPE, a CGE teria identificado a compra de 15 mil unidades de do medicamento, “quatro meses após o término da vigência da ata de registro de preço”,  diz trecho da portaria. Também teria ocorrido a saída de 3.981 unidades do medicamento no valor de R$ 637.273,26, que não tiveram registro de entrada nos estabelecimentos de saúde de destino, além de 267 unidades do remédio no valor de R$ 38.980,69 para estabelecimento de saúde não informado.

Leia Também:  Presidente nunca pediu relatórios, diz chefe de inteligência da Polícia Federal

“(…) servidores da SES responsáveis pela avaliação e deferimento das solicitações da medicação são os mesmos que fizeram as prescrições referentes a 5.897 frascos da medicação, equivalendo a R$ 604.176,70”, completa o promotor.

A CGE também aponta que houve envio do medicamento acima do limite estabelecido no Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PPCDT), representando um total de 18.954 frascos dispensados em excesso, no valor de R$ 3.041.370,15.

“Considerando que foram feitas recomendações pela CGE, mas a Secretaria de Estado de Saúde-SES, devidamente oficiada, não se dignou em atender à solicitação em Notícia de Fato e não prestou esclarecimentos, nem informou as providências tomadas”, enfatizou o promotor.

Fúrio solicitou ainda a cópia do processo de licitação, contrato e aquisição dos medicamentos,  documentos que apontam as providências adotas pela secretaria após o relatório da CGE, com instauração de procedimentos administrativos para apurar as irregularidades.

Outro lado

Procurada, a Secretaria de Estado de Saúde afirmou que vai se pronunciar em breve, mas ainda não encaminhou resposta.

Leia Também:  MPE investiga prefeito e deputado por 'promoção pessoal' em Juina

Fonte: Gazeta Digital

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA