ECONOMIA

Dólar fecha a R$ 5,36 em dia de bastante volatilidade

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Num dia de bastante volatilidade, o dólar reverteu o otimismo registrado pela manhã e aproximou-se de R$ 5,40 durante a tarde, antes de desacelerar perto do fim da sessão. A bolsa de valores emendou a terceira sessão seguida de queda, depois de operar em leve alta na abertura dos negócios.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (21) vendido a R$ 5,364, com alta de R$ 0,052 (+0,99%). Pela manhã, a divisa chegou a cair 1,5%, para R$ 5,23, mas a cotação reverteu a tendência perto das 12h, até fechar próxima da máxima do dia.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela turbulência. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 118.329 pontos, com recuo de 1,1%. O indicador afastou-se do nível recorde de 125 mil pontos registrado no último dia 8.

A volatilidade no mercado financeiro intensificou-se após declarações do candidato à presidência do Senado Rodrigo Pacheco (DEM-MG) de que a eventual reinstituição do auxílio emergencial será discutida na primeira semana da nova legislatura do Congresso. Mais tarde, ele afirmou que o tema será debatido com respeito às regras fiscais e ao teto federal de gastos.

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Uma eventual extensão do auxílio emergencial sem a compensação por outras fontes de recursos aumentaria os gastos públicos. Isso eleva a pressão sobre o mercado financeiro, que pede a continuidade das reformas estruturais, como a administrativa e a tributária.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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ECONOMIA

Dólar chega a R$ 5,55, mas fecha estável com notícias do exterior

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Em um dia de volatilidade, o dólar começou com forte queda, e a bolsa de valores iniciou o dia em forte alta. Os dois movimentos, no entanto, perderam força com notícias vindas do exterior.

O dólar comercial fechou a quinta-feira (4) vendido a R$ 5,658, com recuo de R$ 0,006 (-0,11%). Por volta das 13h, a cotação chegou a R$ 5,55, mas a queda perdeu força até a divisa fechar próxima da estabilidade.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, encerrou aos 112.690 pontos, com alta de 1,35%. O indicador chegou a subir 2,92% às 12h58, mas o pessimismo nos mercados externos voltou a pesar durante a tarde, fazendo a bolsa devolver parte da alta.

Os investidores iniciaram o dia refletindo a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) Emergencial pelo Senado. Aprovado em segundo turno hoje no início da tarde pelos senadores, o texto irá para a Câmara dos Deputados, onde necessita de pelo menos 308 votos em dois turnos para ser aprovado.

A proposta permite a recriação do auxílio emergencial no valor de R$ 44 bilhões em troca de medidas de ajuste fiscal no médio e no longo prazos. As sugestões de incluir despesas que furem o teto de gastos, como o Bolsa Família, na proposta não foram incluídas no texto final, o que, no entendimento dos investidores, ajuda a evitar o descontrole das contas públicas no pós-pandemia.

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O alívio no mercado local foi limitado por uma declaração do presidente do Federal Reserve (Banco Central norte-americano), Jerome Powell. O comandante do Banco Central da maior economia do planeta disse que não pretende intervir no curto prazo na elevação do rendimento dos títulos públicos norte-americanos de dez anos. Isso desencadeou a alta do dólar em todo o planeta.

Considerados os investimentos mais seguros do mundo, os títulos do Tesouro norte-americano têm obtido os maiores juros em um ano, desde antes do início da pandemia de covid-19. Taxas mais altas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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