ECONOMIA

Índice de confiança da construção cai 1,4 ponto em novembro

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O Índice de Confiança da Construção, medido no país pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 1,4 ponto em novembro, na comparação com outubro. Foi a primeira queda do indicador, que apresentava altas desde maio e que chegou a 93,8 pontos, em uma escala de zero a 200.

“Após seis meses de alta contínua, a confiança dos empresários da construção recuou, refletindo uma piora das expectativas em relação à demanda e ao ambiente de negócios nos próximos meses. O movimento deu-se nos três segmentos setoriais – Edificações, Infraestrutura e Serviços Especializado – indicando a insegurança com as incertezas elevadas do cenário geral”, afirmou a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo.

A queda do indicador foi puxada pela confiança no futuro, medida pelo Índice de Expectativas, que caiu 2,9 pontos, passando para 96,2 e voltando a patamar inferior a fevereiro, período pré-pandemia (99 pontos).

O Índice de Situação Atual, que mede a percepção sobre o presente, ficou estável em 91,5 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) diminuiu 1,8 ponto percentual para 72,7%.

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Edição: Kleber Sampaio

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ECONOMIA

Dólar recua para R$ 5,32 após divulgação de ata do Copom

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Beneficiado pela divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que apontou a possibilidade de os juros aumentarem antes do tempo previsto, o dólar teve forte queda nesta terça-feira (26). Em direção oposta, a bolsa de valores começou o dia em alta, mas terminou em baixa pela quinta sessão consecutiva.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,327, com recuo de R$ 0,182 (-3,3%). Com o desempenho de hoje, o real corrigiu o atraso em relação a moedas de outros países emergentes, que haviam caído perante o dólar nos últimos dias.

No mercado de ações, o Ibovespa fechou esta terça aos 116.464 pontos, com recuo de 0,78%. O índice foi afetado principalmente pela desvalorização de ações de bancos.

Caso o Banco Central (BC) comece a elevar a taxa Selic (juros básicos da economia) ainda no primeiro semestre, o Brasil torna-se mais atrativo para o capital financeiro. Isso estimula a entrada de fluxos estrangeiros que pressionam para baixo a cotação do dólar.

A cotação, no entanto, não caiu apenas por causa das perspectivas em torno da política monetária. O clima mais otimista nos mercados internacionais e declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que uma eventual retomada do auxílio emergencial terá de ser coberta com recursos de outras áreas do orçamento, também foi bem recebida pelos investidores.

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A queda na bolsa de valores foi parcialmente influenciada pela ata do Copom. Isso porque uma possível antecipação do aumento de juros diminui a atratividade da bolsa de valores e estimula aplicações em renda fixa, como títulos do Tesouro Nacional e Certificados de Depósitos Bancários (CDB).

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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