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Cientista-chefe da OMS diz que modo de vida pré-Covid pode não retornar até 2022

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A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan, disse que organização só aprovará vacina com segurança e eficácia comprovadas Foto: Fabrice Coffrini - 3.jul.2020/ Reuters

O mundo pode só conseguir voltar ao modo de vida normal, anterior à Covid-19, em 2022, disse Soumya Swaminathan, diretora de ciências da Organização Mundial de Saúde (OMS), durante coletiva em Genebra nesta terça-feira (15).

“Estamos prevendo [que demorará], pelo menos, até 2022 para que um número suficiente de pessoas comecem a receber a vacina e construir imunidade.

Portanto, por muito tempo, teremos que manter o mesmo tipo de medidas que estão sendo implementadas atualmente, como o distanciamento físico, o uso de máscara e cuidados com a higiene “, disse Swaminathan, falando aos repórteres durante uma reunião virtual organizada pelas Nações Unidas.

Segundo Swaminathan, as medidas de prevenção à Covid-19 deverão continuar sendo adotas após a disponibilização da vacina, uma vez que é necessário ter de 60% a 70% da população vacinada. Somente após esse nível de vacinação é que ocorreria uma redução drástica na transmissão do vírus, disse a diretora.

“Também não sabemos por quanto tempo essas vacinas vão proteger. Esse é o outro grande ponto de interrogação: quanto tempo dura a imunidade? E é possível que você precise de um reforço”, afirmou.

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Embora a linha do tempo permaneça incerta e difícil de prever, Swaminathan afirmou que “é seguro dizer que pode ser em 2022 quando começaremos a pensar em voltar à vida normal pré-Covid”.

A diretora acrescentou não acreditar que o coronavírus se tornará um vírus sazonal com o passar do tempo, mas disse que podemos esperar ver “altos e baixos” nos casos e na transmissão.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Trump não pagou imposto de renda por 10 anos, diz ‘The New York Times’

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Revelação chacoalha EUA a 1 mês de eleição

Faltando pouco mais de um mês para as eleições de 3 de novembro, um furo de reportagem chacoalhou a campanha presidencial nos Estados Unidos e pode complicar a situação de Donald Trump, que já aparece atrás de Joe Biden nas pesquisas.

Segundo investigação do jornal The New York Times, o magnata pagou apenas US$ 750 em imposto de renda federal por ano em 2016 e 2017, quantia consideravelmente menor que os milhares de dólares desembolsados por categorias como professores e garçons.

Além disso, Trump não pagou nenhum centavo em imposto de renda em 10 dos 15 anos anteriores. De acordo com o NYT, isso foi possível graças a restituições milionárias e a declarações fiscais que evidenciam muito mais prejuízos e dívidas do que lucros em sua empresa, a Trump Organization.

Desde os anos 1970, todos os presidentes divulgam suas declarações de renda nos EUA, mas o magnata republicano sempre se recusou.

Bastante ativo no Twitter, Trump disse apenas que a reportagem do New York Times é uma “notícia falsa”. Já o advogado da Trump Organization, Alan Garten, afirmou que a matéria é “imprecisa” e que o presidente pagou “dezenas de milhões de dólares em impostos pessoais ao governo federal”.

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Trump ainda é alvo de uma auditoria do Internal Revenue Service (IRS), espécie de Receita Federal dos EUA, que pode forçá-lo a pagar mais de US$ 100 milhões ao governo. A reportagem ainda joga dúvidas sobre a imagem que o presidente sempre vendeu de si como um empreendedor de sucesso.

Desde 2000, Trump reportou prejuízo de US$ 315,6 milhões com seus campos de golfe, definidos por ele como o coração de seu império econômico. O presidente ainda é habituado a inserir despesas pessoais, incluindo cortes de cabelo, no balanço de sua empresa.

As revelações chegam às vésperas do primeiro debate entre Trump e Biden, marcado para esta terça-feira (29), e em um momento delicado para o republicano na campanha.

Segundo a média calculada pelo site Real Clear Politics, o democrata lidera as pesquisas em âmbito nacional com sete pontos de vantagem sobre o republicano e também aparece na frente nos estados de Arizona (+3,4 pontos), Carolina do Norte (+1), Flórida (+1,3), Michigan (+5,2), Pensilvânia (+4,7) e Wisconsin (+7).

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Em 2016, Trump venceu nesses seis estados por margem estreita, o que lhe rendeu 101 de seus 304 votos no colégio eleitoral, contra 227 de Hillary Clinton.

Fonte: msn noticias

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