Saúde

MC morre após realizar cirurgia de hidrolipo no RJ; especialista explica riscos

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A funkeira Fernanda Rodrigues, conhecida como MC Atrevida morreu 11 dias após passar por uma hidrolipo, um procedimento cirúrgico, em uma clínica de estética na zona norte do Rio. Fernanda morreu devido a uma infecção generalizada causada por uma inflamação na pele.

A clínica onde a cantora fez o procedimento foi interditada. Wania Tavares, conhecida como a “Rainha das Plásticas” e dona do estabelecimento, é pré-candidata a vereadora no Rio. A profissional presta depoimento nesta sexta-feira (31).

À CNN, Alexandre Kataoka, diretor do departamento de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica,  alertou para os riscos do procedimento realizado por Fernanda.

“Hidrolipo é uma lipoaspiração como qualquer outra. Ela tem que ser feita em um ambiente hospitalar, em uma clínica credenciada e autorizada pela Anvisa. É preciso ter muito cuidado e tem seus riscos. Esta clínica não tinha autorização e por isso, pode ter certeza, que se fosse o contrário, esta fatalidade poderia ter sido evitada”, alertou.

De acordo com o médico, os interessados em realizar este procedimento devem procurar médicos e especializados e clínicas autorizadas através do site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. “Nesse site tem todos os sites associado e que já tem a formação mínima para realizar estes procedimentos. A partir dele você tira todas as dúvidas. Apenas com a autorização da Anvisa, o individuo deve fazer o procedimento”, explicou.

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Fonte: cnnbrasil.com.br

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SP lança plano para mapear e monitorar lixo no mar

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O estado de São Paulo lançou um plano para mapear e monitorar o lixo no mar do litoral paulista. Chamado de Plano Estratégico de Monitoramento e Avaliação do Lixo no Mar, o documento, apresentado na última quarta-feira (20), pretende ser um embrião do futuro Plano de Combate ao Lixo no Mar do estado.

A proposta é mapear diversos indicadores, como o potencial de entrada de lixo no mar pelos rios, pelas atividades nos portos e navegação, assim como pelo esgoto. O levantamento dos dados, que deverá durar, aproximadamente, de seis meses a um ano, será feito em parceria com o Instituto Oceanográfico, da Universidade de São Paulo (USP). 

“É a primeira vez que a gente mobiliza força para tentar entender esse fenômeno [do lixo no mar] e combatê-lo com maior especificidade”, destacou o coordenador de Planejamento Ambiental da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Gil Scatena.

“A intenção é a gente conseguir identificar os pontos principais que São Paulo tem que atacar para poder estrategicamente combater o lixo no mar”, acrescentou. 

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“O desenvolvimento de um diagnóstico das principais fontes de resíduos que são carreados até o oceano, em uma determinada escala geográfica, é o ponto de partida para a implementação de ações de combate precisas e cientificamente embasadas”, ressalta o documento.

O plano, que pode ser acessado aqui, feito em parceria com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a USP e patrocinado pela Embaixada da Noruega.  

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Geral

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