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OMS: guia diz que, em maioria dos casos, reabertura escolar não agravou pandemia

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O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Foto: Denis Balibouse -30.jan.2020/ Reuters

A Organização Mundial da  Saúde (OMS), junto com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura (Unesco) publicaram, nesta segunda-feira (14), uma atualização do guia sobre a retomada das aulas e a reabertura de escolas ao redor do mundo em meio à pandemia de coronavírus.

Segundo o documento, a suspensão de atividades presenciais só deve ser considerada pelos locais que não podem operar com segurança e não têm alternativas.

O manual considera que a retomada deve ser realizada com um plano detalhado de medidas preventivas, que inclui principalmente: distanciamento social, limitação do número de pessoas – com modificações de horários e revezamentos de turmas -, uso de máscaras, estratégias de ventilação adequadas, gestão de alunos e funcionários doentes.

O objetivo do documento é ajudar a minimizar o risco de transmissão da Covid-19 e, ao mesmo tempo, garantir que as medidas de saúde pública e sociais relacionadas a pandemia integrem às escolas.

De acordo com as instituições, a transmissão documentada entre crianças e funcionários em ambientes educacionais é limitada já que muitos locais fecharam as escolas neste período. Apesar disso, considera que, no geral, “a maioria das evidências de países que reabriram os centros educacionais, ou nunca os fecharam, sugerem que as escolas não foram associadas a aumentos na transmissão na comunidade”.

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Contudo, há o registro de casos excepcionais, como em Israel onde um grande surto escolar aconteceu 10 dias após a reabertura das escolas.

A OMS, Unesco e Unicef salientam que a decisão sobre o fechamento total, parcial ou reabertura devem ser tomadas em com base no nível local de transmissão do coronavírus e a avaliação de risco local.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Trump não pagou imposto de renda por 10 anos, diz ‘The New York Times’

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Revelação chacoalha EUA a 1 mês de eleição

Faltando pouco mais de um mês para as eleições de 3 de novembro, um furo de reportagem chacoalhou a campanha presidencial nos Estados Unidos e pode complicar a situação de Donald Trump, que já aparece atrás de Joe Biden nas pesquisas.

Segundo investigação do jornal The New York Times, o magnata pagou apenas US$ 750 em imposto de renda federal por ano em 2016 e 2017, quantia consideravelmente menor que os milhares de dólares desembolsados por categorias como professores e garçons.

Além disso, Trump não pagou nenhum centavo em imposto de renda em 10 dos 15 anos anteriores. De acordo com o NYT, isso foi possível graças a restituições milionárias e a declarações fiscais que evidenciam muito mais prejuízos e dívidas do que lucros em sua empresa, a Trump Organization.

Desde os anos 1970, todos os presidentes divulgam suas declarações de renda nos EUA, mas o magnata republicano sempre se recusou.

Bastante ativo no Twitter, Trump disse apenas que a reportagem do New York Times é uma “notícia falsa”. Já o advogado da Trump Organization, Alan Garten, afirmou que a matéria é “imprecisa” e que o presidente pagou “dezenas de milhões de dólares em impostos pessoais ao governo federal”.

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Trump ainda é alvo de uma auditoria do Internal Revenue Service (IRS), espécie de Receita Federal dos EUA, que pode forçá-lo a pagar mais de US$ 100 milhões ao governo. A reportagem ainda joga dúvidas sobre a imagem que o presidente sempre vendeu de si como um empreendedor de sucesso.

Desde 2000, Trump reportou prejuízo de US$ 315,6 milhões com seus campos de golfe, definidos por ele como o coração de seu império econômico. O presidente ainda é habituado a inserir despesas pessoais, incluindo cortes de cabelo, no balanço de sua empresa.

As revelações chegam às vésperas do primeiro debate entre Trump e Biden, marcado para esta terça-feira (29), e em um momento delicado para o republicano na campanha.

Segundo a média calculada pelo site Real Clear Politics, o democrata lidera as pesquisas em âmbito nacional com sete pontos de vantagem sobre o republicano e também aparece na frente nos estados de Arizona (+3,4 pontos), Carolina do Norte (+1), Flórida (+1,3), Michigan (+5,2), Pensilvânia (+4,7) e Wisconsin (+7).

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Em 2016, Trump venceu nesses seis estados por margem estreita, o que lhe rendeu 101 de seus 304 votos no colégio eleitoral, contra 227 de Hillary Clinton.

Fonte: msn noticias

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