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Outros anti-inflamatórios podem ser usados contra a Covid-19, diz cientista

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Pesquisadores da USP de Ribeirão Preto e da Universidade da Pennsylvania, nos Estados Unidos, realizaram estudos que concluíram que dois anti-inflamatórios são eficazes em pacientes com a Covid-19 em estado grave.

Enquanto o grupo brasileiro ministrou o anticorpo monoclonal eculizumabe, os americanos utilizaram uma droga experimental chamada AMY-100. Em comum, as duas inibem a atuação do sistema complemento, parte do sistema imunológico.

Em entrevista à CNN nesta quinta-feira (24), Rodrigo Calado, professor da Faculdade de Medicina da USP, que participou da pesquisa, ressalta que os resultados abrem a possibilidade para a utilização de outros medicamentos que atuam na área para o tratamento da Covid-19.

“Em abril e maio vimos que pacientes graves sofriam com muitas inflamações, especialmente no sistema complemento. Então começamos a usar medicações que atuam no sangue para inibir essa área de atuar,” disse Calado.

“A importância do estudo é que podemos usar estratégias que inibem o sistema complemento para evitar inflamações, em especial no pulmão. Em princípio, outros medicamentos que atuam nesta área podem ser usados.”

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Apesar do resultado alentador, Calado ressalta que os estudo divulgados são ainda de fases 1 e 2, e que  precisa-se conduzir uma extensa pesquisa de fase 3 para que o método possa ser usado em larga escala.

“O estudo ainda é de fase 1 e 2. Ainda vamos trabalhar com a Universidade da Pennsylvania em um estudo de fase 3 para termos prova mais cabal da eficácia deste tratamento.”

Fonte: cnnbrasil.com.br

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SP lança plano para mapear e monitorar lixo no mar

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O estado de São Paulo lançou um plano para mapear e monitorar o lixo no mar do litoral paulista. Chamado de Plano Estratégico de Monitoramento e Avaliação do Lixo no Mar, o documento, apresentado na última quarta-feira (20), pretende ser um embrião do futuro Plano de Combate ao Lixo no Mar do estado.

A proposta é mapear diversos indicadores, como o potencial de entrada de lixo no mar pelos rios, pelas atividades nos portos e navegação, assim como pelo esgoto. O levantamento dos dados, que deverá durar, aproximadamente, de seis meses a um ano, será feito em parceria com o Instituto Oceanográfico, da Universidade de São Paulo (USP). 

“É a primeira vez que a gente mobiliza força para tentar entender esse fenômeno [do lixo no mar] e combatê-lo com maior especificidade”, destacou o coordenador de Planejamento Ambiental da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Gil Scatena.

“A intenção é a gente conseguir identificar os pontos principais que São Paulo tem que atacar para poder estrategicamente combater o lixo no mar”, acrescentou. 

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“O desenvolvimento de um diagnóstico das principais fontes de resíduos que são carreados até o oceano, em uma determinada escala geográfica, é o ponto de partida para a implementação de ações de combate precisas e cientificamente embasadas”, ressalta o documento.

O plano, que pode ser acessado aqui, feito em parceria com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a USP e patrocinado pela Embaixada da Noruega.  

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Geral

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