Saúde

Pesquisa brasileira investiga relação entre Covid-19 e falta de vitamina D

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Um estudo conduzido pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo, pretende investigar a relação entre a falta de vitamina D e o novo coronavírus.

A intenção é entender se a deficiência deste nutriente pode aumentar as chances de um quadro clínico mais grave em caso de contaminação pela Covid-19.

Até o momento, 140 pacientes com 60 anos ou mais estão participando dos estudos. A meta é chegar a 200 pessoas integrando a pesquisa. A escolha pelos idosos foi feita pelo fato de serem considerados grupo de risco para a Covid-19.

O coordenador do estudo, Alberto Frisoli, que é geriatra e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirmou, nesta segunda-feira (21), que já se “sabe que a vitamina D tem uma atuação sobre a resposta inflamatória e os agentes infecciosos”.

“Ela acaba modulando esse mecanismo de inflamação, então potencializa a resposta inflamatória aos agentes. Isso significa que temos, teoricamente, uma melhor imunidade aos agentes infecciosos – ou seja, se contaminaria menos e, caso pegar, teria melhor resposta em relação às pessoas que têm vitamina D mais baixa”, explicou ele.

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Outro estudo

Um estudo desenvolvido por pesquisadores do Departamento de Medicina da Universidade de Chicago apontou que pacientes que têm deficiência de vitamina D, produzida principalmente por meio da exposição solar, poderiam estar 1.77 vezes mais suscetíveis a serem infectados pela Covid-19 do que entre pacientes com quantidade suficiente da mesma vitamina.

Os resultados foram publicados na revista médica Journal of the American Medical Association (JAMA) e apontam que ainda não se sabe se uma maior suficiência da vitamina reduziria a incidência da doença, porém, a eficácia do uso da substância entre infecções virais do trato respiratório já foi constatada.

Fonte: cnnbrasil.com.br

 

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Pfizer inicia processo de registro da vacina de covid-19 na Anvisa

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A farmacêutica Pfizer informou nesta quarta-feira, 25, que deu início ao processo de submissão para registro da sua vacina contra a covid-19 junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O imunizante, que é desenvolvido em parceria com a BioNTech, tem eficácia de 95%, segundo dados divulgados na semana passada.

“Esse é um importante passo para que o imunizante esteja disponível no Brasil. A Pfizer disponibilizará todos os dados necessários para avaliação e estará em total colaboração com a Anvisa para que esse processo transcorra da melhor maneira e o mais rapidamente possível”, disse, em nota, Márjori Dulcine, diretora médica da Pfizer Brasil.

Apesar de o registro ter sido iniciado junto à Anvisa, ainda não está claro quando o Brasil poderia ter acesso à vacina. Uma produção inicial de 50 milhões de doses, prometida para 2020, deverá ficar restrita à população dos Estados Unidos. Para 2021, a empresa prevê produzir 1,3 bilhão de doses. Pela característica da vacina, a logística de distribuição terá de superar o desafio de manter o imunizante em temperaturas extremamente frias.

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A Pfizer lembrou na nota desta quarta-feira que o modelo de registro adotado pela Anvisa, de submissão contínua, é novo e foi implementado para dar mais agilidade na análise das vacinas contra a covid-19. A empresa realizou nesta quarta-feira uma reunião com a agência para dar andamento à etapa inicial do processo de submissão.

O mesmo procedimento está sendo realizado junto a outras agências de regulação pelo mundo, incluindo a FDA, nos Estados Unidos, a EMA, na União Europeia, e a MHRA, no Reino Unido.

No Brasil, testes com a vacina da Pfizer envolvem 2.900 voluntários, de um total de 43,6 mil participantes em todo o mundo. Ao todo, há 150 locais de estudos clínicos nos Estados Unidos, Alemanha, Turquia, África do Sul, Brasil e Argentina. “A Pfizer e a BioNTech planejam apresentar os dados de eficácia e segurança do estudo para revisão por revistas científicas, assim que a análise dos dados for concluída”, detalha a nota da empresa.

Fonte: MSN Notícias

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