Saúde
Remdesivir, da Gilead, deve se tornar 1º tratamento para Covid-19 na Europa
A agência reguladora de saúde europeia recomendou a aprovação condicional do tratamento antiviral remdesivir da Gilead Sciences Inc para pacientes de Covid-19, o que faz dele o primeiro tratamento prestes a receber aval no continente.
A Agência Europeia de Remédios (EMA) disse nesta quinta-feira que seu comitê de medicamentos para humanos (CHMP) recomendou o uso do remdesivir em adultos e adolescentes a partir de 12 anos com pneumonia que precisem de oxigênio adicional.
O preço do remédio na região é desconhecido. Nos Estados Unidos, pode chegar a 5.080 dólares por tratamento, e a fabricante de genéricos indiana venderá o tratamento por um valor entre 66,13 e 79,35 dólares.
O endosso da EMA, que chega poucas semanas após uma avaliação feita às pressas, significa que os médicos podem prescrever o remédio da Gilead, que será batizado de Veklury, na Europa assim que este for aprovado pela Comissão Europeia, que normalmente segue as recomendações do CHMP.
A autorização condicional de comercialização da União Europeia permite que um tratamento seja vendido durante um ano no bloco comercial de 27 nações antes de todos os dados necessários a respeito de sua eficiência e efeitos colaterais estarem disponíveis. A Gilead tem que apresentar os dados definitivos até dezembro.
A procura pelo remédio disparou depois que se tornou um dos mais cotados na esteira de testes promissores. A Gilead acredita que o suprimento de remdesivir superará os 2 milhões de tratamentos até o final do ano, o dobro de sua meta anterior, e planeja começar a testar uma versão inalada mais fácil de usar – a atual é administrada por via intravenosa.
O remdesivir já foi aprovado para uso emergencial em pacientes gravemente doentes nos EUA, Índia e Coreia do Sul e recebeu aprovação total no Japão.
Fonte: cnnbrasil.com.br
CIDADES
Rota do Café leva inovação e fortalece produção rural em Cotriguaçu
Iniciativa da Empaer aproxima pesquisa do produtor e gera mais renda no município.
A produção de café em Mato Grosso tem ganhado um novo impulso com a implementação da “Rota do Café”, iniciativa coordenada pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural, que leva tecnologia, conhecimento e assistência técnica diretamente aos produtores rurais.
O projeto percorre municípios das regiões Norte e Noroeste do estado, promovendo a transferência de tecnologia e apresentando resultados de pesquisas voltadas ao fortalecimento da cafeicultura local.
Durante a passagem da Empaer pelo município de Cotriguaçu, uma das propriedades visitadas foi a “Cia do Mel”, do produtor de pequena escala Roneilton Oliveira, que vive no local há 14 anos ao lado da esposa, Josy Oliveira.
Na propriedade, o casal construiu uma trajetória marcada pela diversidade produtiva e pelo equilíbrio entre produção e preservação ambiental. A integração entre o cultivo e o cuidado com a natureza tem garantido resultados positivos e sustentáveis.
Para o produtor, a presença dos pesquisadores e o fortalecimento da parceria entre a Empaer, a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e os agricultores são fundamentais para o desenvolvimento da região.
“É importante estar mais próximo do produtor. A gente precisa incentivar mais gente a produzir em Cotriguaçu”, destacou Roneilton.
Os investimentos do Governo de Mato Grosso, por meio da SEAF, somam cerca de R$ 9,5 milhões em máquinas e implementos agrícolas. Além disso, a Empaer destinou dois tratores ao município, totalizando aproximadamente R$ 9,7 milhões em recursos aplicados na região.
Outro ponto destacado pelo produtor é a melhoria na infraestrutura, que tem contribuído diretamente para o escoamento da produção e fortalecimento da atividade rural.
Durante as ações da Rota do Café, técnicos e especialistas orientam os produtores sobre práticas que vão desde o manejo adequado das lavouras até a escolha de variedades mais produtivas e adaptadas ao clima da região.
Estudos conduzidos pela Empaer identificaram clones com alto potencial produtivo, permitindo que agricultores, especialmente da agricultura familiar, ampliem a produtividade e a qualidade do café.
A programação inclui visitas técnicas, dias de campo e capacitações em municípios como Colniza, Aripuanã, Cotriguaçu e Juína, com previsão de expansão para outras localidades.
Com resultados positivos já observados, a expectativa é que a iniciativa consolide a cafeicultura como uma atividade econômica relevante em Mato Grosso, gerando emprego, renda e novas oportunidades no meio rural.
Fonte: folhamax.com
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