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Trump não pagou imposto de renda por 10 anos, diz ‘The New York Times’

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Revelação chacoalha EUA a 1 mês de eleição

Faltando pouco mais de um mês para as eleições de 3 de novembro, um furo de reportagem chacoalhou a campanha presidencial nos Estados Unidos e pode complicar a situação de Donald Trump, que já aparece atrás de Joe Biden nas pesquisas.

Segundo investigação do jornal The New York Times, o magnata pagou apenas US$ 750 em imposto de renda federal por ano em 2016 e 2017, quantia consideravelmente menor que os milhares de dólares desembolsados por categorias como professores e garçons.

Além disso, Trump não pagou nenhum centavo em imposto de renda em 10 dos 15 anos anteriores. De acordo com o NYT, isso foi possível graças a restituições milionárias e a declarações fiscais que evidenciam muito mais prejuízos e dívidas do que lucros em sua empresa, a Trump Organization.

Desde os anos 1970, todos os presidentes divulgam suas declarações de renda nos EUA, mas o magnata republicano sempre se recusou.

Bastante ativo no Twitter, Trump disse apenas que a reportagem do New York Times é uma “notícia falsa”. Já o advogado da Trump Organization, Alan Garten, afirmou que a matéria é “imprecisa” e que o presidente pagou “dezenas de milhões de dólares em impostos pessoais ao governo federal”.

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Trump ainda é alvo de uma auditoria do Internal Revenue Service (IRS), espécie de Receita Federal dos EUA, que pode forçá-lo a pagar mais de US$ 100 milhões ao governo. A reportagem ainda joga dúvidas sobre a imagem que o presidente sempre vendeu de si como um empreendedor de sucesso.

Desde 2000, Trump reportou prejuízo de US$ 315,6 milhões com seus campos de golfe, definidos por ele como o coração de seu império econômico. O presidente ainda é habituado a inserir despesas pessoais, incluindo cortes de cabelo, no balanço de sua empresa.

As revelações chegam às vésperas do primeiro debate entre Trump e Biden, marcado para esta terça-feira (29), e em um momento delicado para o republicano na campanha.

Segundo a média calculada pelo site Real Clear Politics, o democrata lidera as pesquisas em âmbito nacional com sete pontos de vantagem sobre o republicano e também aparece na frente nos estados de Arizona (+3,4 pontos), Carolina do Norte (+1), Flórida (+1,3), Michigan (+5,2), Pensilvânia (+4,7) e Wisconsin (+7).

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Em 2016, Trump venceu nesses seis estados por margem estreita, o que lhe rendeu 101 de seus 304 votos no colégio eleitoral, contra 227 de Hillary Clinton.

Fonte: msn noticias

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Menina de 14 anos faz descoberta que pode levar à cura da Covid-19

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Anika Chebrolu, de 14 anos, venceu o Desafio Jovem Cientista 3M por descobertas relacionadas ao novo coronavírus Foto: Cortesia do Desafio Jovem Cientista 3M

Enquanto cientistas de todo o mundo estão correndo contra o tempo para encontrar um tratamento eficiente contra o novo coronavírus, uma adolescente se destaca entre eles.

Anika Chebrolu, uma menina de 14 anos de Frisco, no estado americano do Texas, venceu o Desafio Jovem Cientista 3M – e recebeu um prêmio de 25 mil dólares – por uma descoberta que pode auxiliar no desenvolvimento de uma terapia potencial para a Covid-19.

A invenção premiada de Anika usa a metodologia “in silico”, ou seja, uma simulação em computador, para revelar uma molécula que pode se conectar à espícula proteica (também conhecida como “spike protein”) do vírus SARS-CoV-2.

“Nos últimos dois dias, eu percebi que houve uma comoção da mídia ao redor do meu projeto, principalmente porque envolve o vírus SARS-CoV-2 e reflete nossas esperanças coletivas de acabar com essa pandemia, e eu, como todas as pessoas, gostaria de voltar à vida normal logo”, disse Anika à CNN.

O novo coronavírus já causou mais de 1 milhão de mortes globalmente desde que a China reportou o primeiro caso da doença à Organização Mundial da Saúde (OMS) em dezembro.

Anika, que é uma americana de origem indiana, enviou seu projeto quando estava na 8ª série – mas ainda não era focado em encontrar uma cura para a Covid-19

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Inicialmente, o objetivo era usar as simulações em computadores para identificar um componente que pudesse se conectar à proteínas do vírus influenza.

“Depois de passar tanto tempo pesquisando sobre pandemias, vírus e descoberta de medicamentos, foi insano perceber que eu estava vivendo algo assim”, disse ela.

“Por causa da gravidade imensa da pandemia da Covid-19 e os impactos drásticos que teve no mundo em tão pouco tempo, eu, com a ajuda do meu mentor, mudamos a direção do projeto para mirar o vírus SARS-CoV-2”.

Anika disse que foi inspirada a buscar curas em potencial para vírus depois de aprender sobre a pandemia da gripe espanhola –1918 – e fazer descobertas sobre quantas pessoas ainda morrem anualmente pela doença nos Estados Unidos, apesar das vacinações anuais e das medicações anti-influenza no mercado.

“A Anika tem uma mente questionadora e usou sua curiosidade para fazer perguntas sobre uma vacina para a Covid-19”, disse Cindy Moss, uma jurada do Desafio Jovem Cientista 3M, à CNN.

“O trabalho dela foi extenso e examinou bancos de dados numerosos. Ela também desenvolveu um entendimento do processo de inovação e é uma comunicadora talentosa. Sua disposição em usar seu tempo e talento para ajudar a fazer do mundo um lugar melhor dá esperança à todos nós”.

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Anika afirmou que vencer o prêmio e o título de melhor cientista jovem é uma honra, mas seu trabalho ainda não acabou.

O próximo objetivo, ela diz, é trabalhar ao lado de cientistas e pesquisadores que estão lutando para “controlar a morbidade e a mortalidade” da pandemia, desenvolvendo suas descobertas em uma cura eficiente para o vírus.

“Meu esforço para encontrar um componente principal de ligação da proteína spike do SARS-CoV-2 neste verão pode parecer apenas uma gota em um oceano, mas colabora com os esforços de todos”, diz.

“A forma como eu vou desenvolver essa molécula ainda mais, com a ajuda de virologistas e especialistas no desenvolvimento de medicamentos vai determinar o sucesso desses esforços”.

Mesmo assim, Anika ainda encontra tempo para ser uma menina comum de 14 anos. Quando ela não está no laboratório ou trabalhando pela meta de se tornar uma pesquisadora, pratica a dança clássica indiana Bharatanatyam, que estuda há oito anos.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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