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Vacina contra Covid-19 da Pfizer tem efeitos colaterais leves e moderados

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Seringa com vacina Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters (27.ago.2020)

A Pfizer informou nesta terça-feira (15) que os participantes de um estudo com sua vacina experimental contra o novo coronavírus apresentaram efeitos colaterais principalmente leves e moderados quando administrados com o possível imunizante ou com um placebo em um ensaio clínico de estágio final.

A empresa disse em uma apresentação para investidores que os efeitos colaterais incluem fadiga, dor de cabeça, calafrios e dores musculares. Alguns participantes do ensaio também desenvolveram febre — incluindo altas. Os dados são ocultos, o que significa que a Pfizer não sabe quais pacientes receberam a vacina ou o placebo.

Kathrin Jansen, chefe de pesquisa e desenvolvimento de vacinas da Pfizer, enfatizou que o comitê independente de monitoramento de dados “tem acesso a dados não ocultos para que eles nos notifiquem se tiverem alguma preocupação com a segurança, e não o fizeram até o momento”.

A empresa inscreveu mais de 29.000 pessoas em seu ensaio clínico com até 44.000 voluntários para testar a vacina experimental contra a Covid-19 que está desenvolvendo com a parceira alemã BioNTech.

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Mais de 12.000 participantes do estudo receberam uma segunda dose da vacina, disseram executivos da Pfizer em uma teleconferência com investidores.

Os comentários ocorreram depois que os testes de vacina contra a Covid-19 da rival AstraZeneca foram suspensos em todo o mundo em 6 de setembro, após um grave efeito colateral ter sido relatado em um voluntário no Reino Unido. Os testes da AstraZeneca foram retomados no Reino Unido e no Brasil na segunda-feira, depois do sinal verde dos reguladores britânicos e brasileiros, mas continuam paralisados nos Estados Unidos.

A Pfizer espera ter resultados sobre se a vacina funciona em outubro.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Trump não pagou imposto de renda por 10 anos, diz ‘The New York Times’

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Revelação chacoalha EUA a 1 mês de eleição

Faltando pouco mais de um mês para as eleições de 3 de novembro, um furo de reportagem chacoalhou a campanha presidencial nos Estados Unidos e pode complicar a situação de Donald Trump, que já aparece atrás de Joe Biden nas pesquisas.

Segundo investigação do jornal The New York Times, o magnata pagou apenas US$ 750 em imposto de renda federal por ano em 2016 e 2017, quantia consideravelmente menor que os milhares de dólares desembolsados por categorias como professores e garçons.

Além disso, Trump não pagou nenhum centavo em imposto de renda em 10 dos 15 anos anteriores. De acordo com o NYT, isso foi possível graças a restituições milionárias e a declarações fiscais que evidenciam muito mais prejuízos e dívidas do que lucros em sua empresa, a Trump Organization.

Desde os anos 1970, todos os presidentes divulgam suas declarações de renda nos EUA, mas o magnata republicano sempre se recusou.

Bastante ativo no Twitter, Trump disse apenas que a reportagem do New York Times é uma “notícia falsa”. Já o advogado da Trump Organization, Alan Garten, afirmou que a matéria é “imprecisa” e que o presidente pagou “dezenas de milhões de dólares em impostos pessoais ao governo federal”.

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Trump ainda é alvo de uma auditoria do Internal Revenue Service (IRS), espécie de Receita Federal dos EUA, que pode forçá-lo a pagar mais de US$ 100 milhões ao governo. A reportagem ainda joga dúvidas sobre a imagem que o presidente sempre vendeu de si como um empreendedor de sucesso.

Desde 2000, Trump reportou prejuízo de US$ 315,6 milhões com seus campos de golfe, definidos por ele como o coração de seu império econômico. O presidente ainda é habituado a inserir despesas pessoais, incluindo cortes de cabelo, no balanço de sua empresa.

As revelações chegam às vésperas do primeiro debate entre Trump e Biden, marcado para esta terça-feira (29), e em um momento delicado para o republicano na campanha.

Segundo a média calculada pelo site Real Clear Politics, o democrata lidera as pesquisas em âmbito nacional com sete pontos de vantagem sobre o republicano e também aparece na frente nos estados de Arizona (+3,4 pontos), Carolina do Norte (+1), Flórida (+1,3), Michigan (+5,2), Pensilvânia (+4,7) e Wisconsin (+7).

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Em 2016, Trump venceu nesses seis estados por margem estreita, o que lhe rendeu 101 de seus 304 votos no colégio eleitoral, contra 227 de Hillary Clinton.

Fonte: msn noticias

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