Tráfico de drogas

Indígena chiquitano e mais 3 morrem em ação do Gefron em Cáceres

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Christiano Antonucci/Secom-MT

Quatro pessoas morreram em ação do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), na madrugada de domingo (27), na zona rural de Cáceres (225 km ao Oeste de Cuiabá). Entre eles estão dois bolivianos já identificados, sendo um, o indígena chiquitano Cesar Tosube Lopez, 27. Ele é irmão de Ezequiel Pedraza Tosube Lopez, morto no dia 11 de agosto em outra ação do Gefron ao lado de outros 3 chiquitanos. O caso gerou revolta nas autoridades bolivianas, que prometeram acionar o Brasil em busca de indenizações.

Além de Cesar, Carlito Socore Algarañas, de 16 anos, também foi morto. Outros dois suspeitos ainda não foram identificados. Conforme o boletim de ocorrência do Gefron, por volta das 00h20, a equipe fazia patrulhamento quando percebeu a aproximação de um barco, às margens do Rio Jauru, onde 4 homens desembarcaram com mochilas e outros objetos.

Os policiais se posicionaram de forma tática para realizar a abordagem, mas teriam sido surpreendidos com tiros. Por isso, revidaram e acabaram baleando os suspeitos. Eles foram socorridos e encaminhados para o Hospital Regional de Cáceres, mas acabaram morrendo logo após darem entrada.

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No local da ação, 4 armas foram apreendidas, entre elas duas pistolas e dois revólveres calibre 38. Além disso, os policiais afirmaram que dentro das mochilas estavam vários tabletes de pasta base, que somaram 90 kg, além de 3,2 kg de cloridrato de cocaína e 5 kg de ácido bórico. A droga foi avaliada em R$ 2 milhões.

Segundo o Gefron, a área onde aconteceram as mortes é visada pelos traficantes, especialmente para a passagem de ‘mulas humanas’, que são responsáveis em transportar a droga da Bolívia para o Brasil.

Mortos durante caçada

Com essas duas novas mortes, sobe para 6 o número de bolivianos mortos na fronteira em menos de 50 dias. No dia 11 de agosto, outros 4 chiquitanos foram mortos pelo Gefron. O fato gerou revolta nas autoridades bolivianas e, claro, na comunidade de San José de La Fronteira.

Familiares das vítimas informaram que o grupo foi morto após sair para caçar, mas o Gefron afirmou que os policiais reagiram a um tiroteio às margens da BR-070, em Cáceres. Há ainda uma versão de que eles estavam em posse de drogas, que não foram encontradas.

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Autoridades bolivianas acionaram grupos de Direitos Humanos em busca de Justiça. A reportagem entrou em contato com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), mas não obteve retorno.

Fonte: Gazeta Digital

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Menina de 10 anos é vítima de pedófilo amigo da família em Chapada dos Guimarães

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Marcus Vaillant

Pedófilo de 64 anos foi denunciado, acusado de estuprar uma menina de 10 anos, em Chapada dos Guimarães (67 km ao Norte de Cuiabá). “Seo Moreira”, como é conhecido, é amigo da família da vítima desde 2016. Ele já tem passagens pelo mesmo crime, sendo acusado de estuprar a própria enteada.

De acordo com as informações, a tia da vítima foi quem descobriu que os abusos ocorreram e contou para a mãe dela. Disse ainda para que ela conversasse com a filha, pois temia que ela tivesse sofrido mais coisas.

Para a mãe, a menina contou detalhes de como os abusos aconteceram. Segundo a menina, o agressor aproveitava momentos como, banho no rio, por exemplo, para cometer os abusos.

Ele colocava o pênis para fora da roupa e fazia contato com o corpo dela. Também beijava sua boca, além de pegá-la no colo para esfregar em seu corpo.

A denunciante acredita que os abusos acorram há 3 anos. O caso foi registrado na delegacia da cidade, onde a Polícia descobriu que há contra o agressor outros registros de estupro, um deles foi cometido contra a ex-enteada quando ela era menor.

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O crime será investigado pela Polícia Civil. Como não há flagrante, o pedófilo não foi preso.

Fonte: Gazeta Digital

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