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Nenhuma cidade de Mato Grosso foi classificada com risco alto de contaminação da Covid-19

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Indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana e os resultados são divulgados nos Boletins informativos da SES-MT

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou nesta segunda-feira (14.09) o Boletim Informativo n° 190 com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. O documento mostra (a partir da página 08) que 17 municípios do Estado configuram na classificação com risco moderado para o novo coronavírus: Cuiabá, Rondonópolis, Cáceres, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Várzea Grande, Primavera do Leste , Barra do Garças, Tangará da Serra, Sapezal, Campo Novo do Parecis, Paranatinga, Mirassol D’Oeste, Querência, Diamantino, Luciara e Nova Brasilândia.

As demais 124 cidades estão na classificação de risco baixo, indicado pela cor verde e não apresentam grandes riscos de contaminação. Nenhuma cidade de Mato Grosso foi classificada com risco muito alto, indicado pela cor vermelha que indica alerta máximo de contaminação.

O sistema de classificação que indica o nível de risco é definido por cores: muito alto (vermelho), alto (laranja), moderado (amarelo) e baixo (verde). De acordo com a definição dos riscos é necessária a adoção de medidas restritivas para o controle da propagação do coronavírus nas cidades. Os indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana e os resultados são divulgados nos Boletins informativos da SES-MT.

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Veja a tabela de classificação de risco por município

 

Recomendações e cuidados

– Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;

– Usar máscara quando sair de casa;

– Evitar aglomerações;

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: Governo MT

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MATO GROSSO

Indígena chiquitano e mais 3 morrem em ação do Gefron em Cáceres

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Christiano Antonucci/Secom-MT

Quatro pessoas morreram em ação do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), na madrugada de domingo (27), na zona rural de Cáceres (225 km ao Oeste de Cuiabá). Entre eles estão dois bolivianos já identificados, sendo um, o indígena chiquitano Cesar Tosube Lopez, 27. Ele é irmão de Ezequiel Pedraza Tosube Lopez, morto no dia 11 de agosto em outra ação do Gefron ao lado de outros 3 chiquitanos. O caso gerou revolta nas autoridades bolivianas, que prometeram acionar o Brasil em busca de indenizações.

Além de Cesar, Carlito Socore Algarañas, de 16 anos, também foi morto. Outros dois suspeitos ainda não foram identificados. Conforme o boletim de ocorrência do Gefron, por volta das 00h20, a equipe fazia patrulhamento quando percebeu a aproximação de um barco, às margens do Rio Jauru, onde 4 homens desembarcaram com mochilas e outros objetos.

Os policiais se posicionaram de forma tática para realizar a abordagem, mas teriam sido surpreendidos com tiros. Por isso, revidaram e acabaram baleando os suspeitos. Eles foram socorridos e encaminhados para o Hospital Regional de Cáceres, mas acabaram morrendo logo após darem entrada.

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No local da ação, 4 armas foram apreendidas, entre elas duas pistolas e dois revólveres calibre 38. Além disso, os policiais afirmaram que dentro das mochilas estavam vários tabletes de pasta base, que somaram 90 kg, além de 3,2 kg de cloridrato de cocaína e 5 kg de ácido bórico. A droga foi avaliada em R$ 2 milhões.

Segundo o Gefron, a área onde aconteceram as mortes é visada pelos traficantes, especialmente para a passagem de ‘mulas humanas’, que são responsáveis em transportar a droga da Bolívia para o Brasil.

Mortos durante caçada

Com essas duas novas mortes, sobe para 6 o número de bolivianos mortos na fronteira em menos de 50 dias. No dia 11 de agosto, outros 4 chiquitanos foram mortos pelo Gefron. O fato gerou revolta nas autoridades bolivianas e, claro, na comunidade de San José de La Fronteira.

Familiares das vítimas informaram que o grupo foi morto após sair para caçar, mas o Gefron afirmou que os policiais reagiram a um tiroteio às margens da BR-070, em Cáceres. Há ainda uma versão de que eles estavam em posse de drogas, que não foram encontradas.

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Autoridades bolivianas acionaram grupos de Direitos Humanos em busca de Justiça. A reportagem entrou em contato com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), mas não obteve retorno.

Fonte: Gazeta Digital

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