BRT x VLT

Setor metroferroviário divulga manifesto a favor do VLT

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Mayke Toscano/Secom

Entidades do setor metroferroviário divulgaram na quarta-feira (20) uma carta com o comparativo entre o Bus Rapid Transit (BRT) e o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), com manifesto de apoio ao VLT, que na comparação teve 12 pontos a favor, enquanto o BRT teve apenas um ponto favorável.

O documento foi elaborado para discutir, ponto a ponto, 23 atribuições feitas pelo governo de Mato Grosso em comparativo divulgado anteriormente que analisava os benefícios e malefícios de cada um dos dois modais.

No primeiro comparativo, apresentado pelo governo no dia 21 de dezembro – data em que o governador anunciou a mudança dos modais -, diversos tópicos negativos foram atribuídos ao VLT.

Contudo, na análise das entidades do setor metroferroviário, que trouxeram parâmetros técnicos da área, 12 pontos são favoráveis ao VLT, 10 são iguais entre os modais e um é negativo para o Veículo Leve sobre Trilhos.

Além dos aspectos apresentados pelo governo inicialmente, como acessibilidade, impacto no trânsito outros, a análise do setor também explorou outras categorias como: tipo de obra; licenças ambientais; projeto executivo e aspectos técnicos não abordados. Em todas estas o VLT prevaleceu positivamente.

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O documento foi assinado por 6 entidades: Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários (Simefre); Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer); Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANP Trilhos); Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô (AEAMESP); Associação Latino-americana de Estradas de Ferro (ALAF) e Instituto de Engenharia.

Junto ao relatório comparativo, as entidades também divulgaram uma carta em manifesto pró-VLT. Ao final do documento, os grupos que assinam o pedido cobram que um debate ao público seja feito para que os aspectos sejam efetivamente colocados à prova.

“Em respeito à engenharia, aos estudos nacionais e internacionais, aos projetos de sucesso já implantados, aos procedimentos administrativos e legais, às portarias interministeriais que norteiam o setor, aos recursos públicos já investidos, aos contratos de financiamento público em curso, propomos um amplo debate público para que a verdade venha à tona e com ela fique definitivamente claro que a decisão correta para o caso em tela é terminar a obra do projeto VLT Cuiabá-Várzea Grande”, diz trecho do documento.

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O presidente da Abifer, Vicente Abate, declarou que acredita que todo o estudo foi elaborado com a finalidade de dar um retorno à sociedade sobre o tema. A liderança pontuou também que, ainda no mês de outubro de 2020, as entidades haviam chamado o governador para diálogo sobre o modal, mas nenhuma reunião sobre a pauta foi realizada.

“Fizemos esse manifesto porque vimos a evolução do BRT em Mato Grosso, com aprovação da Assembleia. E no fim a gente precisava dar uma resposta à sociedade, principalmente porque é a população que mais sofre, que não tem o sistema. Já está há seis anos esperando e acaba sendo surpreendida”, disse o presidente da Abifer.

Vicente Abate apontou a possibilidade de haver um lobby entre o setor rodoviário e o governo que supostamente poderia basear a troca dos modais sem consulta pública.

“Não queremos entrar nesse mérito, mas deve haver um lobby muito forte do setor rodoviário junto ao governo para poder estabelecer essa alteração do modal sem qualquer embasamento”, disse.

Fonte: Gazeta Digital

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Quinta-feira (04): Mato Grosso registra 258.460 casos e 5.941 óbitos

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Um total de 220.702 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) - Foto por: Tchélo Figueiredo | Secom
Há 462 internações em UTIs públicas e 387 em enfermarias públicas; taxa de ocupação está em 96% para UTIs adulto e em 46% para enfermarias.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quinta-feira (04.03), 258.460 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 5.941 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 2.748 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 258.460 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 9.883 estão em isolamento domiciliar e 241.068 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 462 internações em UTIs públicas e 387 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 96,86% para UTIs adulto e em 46% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (55.589), Rondonópolis (20.299), Várzea Grande (16.284), Sinop (13.178), Sorriso (10.492), Tangará da Serra (10.148), Lucas do Rio Verde (9.486), Primavera do Leste (7.655), Cáceres (5.702) e Nova Mutum (5.130).

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A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 220.702 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.388 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última quarta-feira (03), o Governo Federal confirmou o total de 10.719.630 casos da Covid-19 no Brasil e 259.271 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 10.646.926 casos da Covid-19 no Brasil e 257.361 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de quinta-feira (04).

Recomendações

Já há uma vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

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O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: Governo MT

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