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Toninho de Souza apresenta projeto que proíbe o corte de energia elétrica durante a pandemia

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Um projeto de lei que proíbe o corte do fornecimento do serviço de energia elétrica no município de Cuiabá, durante o período de pandemia por coronavírus&nbsp – Covid-19, foi apresentado durante a sessão ordinária virtual realizada na quinta-feira (30).

O vereador Toninho de Souza (PSDB), autor do projeto, justificou sua iniciativa afirmando que a pandemia está promovendo sérias conseqüências no cotidiano da nossa sociedade, especialmente a redução da atividade econômica e seus desdobramentos, tais como a queda da renda familiar, o desemprego em massa e a falta de acesso a recursos mínimos de sobrevivência.

“A pandemia gerou desemprego e queda na renda familiar. Muitas pessoas estão passando necessidades e com a conta de energia atrasada. A Concessionária de Energia já está preparada para um grande mutirão de corte a partir de segunda-feira e boa parte da população corre o risco de ficar às escuras, porque não tem dinheiro nem para negociar o débito”, afirmou Souza.

Além de estabelecer a proibição de efetuar o corte no fornecimento de energia elétrica durante o período de pandemia, o projeto dispõe ainda sobre a aplicação de uma multa para a concessionária de energia elétrica no Estado, no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), que deverá ser paga para o proprietário do domicílio que tiver a energia elétrica cortada. “Não estamos defendendo o calote, mas pedindo um tempo para que a população volte a trabalhar e tenha condições de honrar seus compromissos. Tenho recebido o apoio em massa da população e confio na aprovação urgente e unânime pela Câmara Municipal” aposta o vereador.

O projeto de lei será analisado inicialmente pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), antes de ser incluído na pauta das próximas sessões plenárias.

Assessoria Vereador Toninho de Souza

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DITADOR: Prefeito diz que não tem argumento para negar vacina e defende imunização obrigatória

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), disse que é a favor em obrigar a população a ser imunizada, já que trata de um vírus altamente transmissível. Segundo o gestor municipal, defender a obrigatoriedade da vacina é querer o bem dos cuiabanos.

“Creio que deveria ser obrigatória, pois é um assunto de saúde coletiva. Se fosse uma doença que atinge uma pessoa e não tivesse nenhuma responsabilidade com a vida do próximo, daí poderia responder pelos próprios atos”, ressaltou à imprensa.

Para o prefeito, não tem sentido uma pessoa recusar a vacina, se até então, foi a única forma comprovada de combater a Covid-19. Ele disse que avalia a possibilidade da obrigatoriedade da imunização entre os profissionais da saúde, grupo prioritário da campanha “Vacina Cuiabá, sua vida em 1º lugar”.

“Qual argumento que se poderia utilizar, se é a única forma de combater o coronavírus? Não tem sentido se recusar, principalmente se [a pessoa] atende o público”, disparou.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (DEM), apresentou uma lei que obriga a pessoa estar vacinada para conseguir acesso a diversos serviços, como por exemplo, concursos públicos.

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Porém, o deputado Silvio Fávero (PSL), é contra a obrigatoriedade da imunização e garante que vai apresentar um projeto proibindo a obrigatoriedade de tomar a vacina contra a Covid-19.

Nessa primeira fase, Cuiabá recebeu 8.027 mil doses da vacina, sendo duas para cada paciente, ou seja, cerca de 4 mil pessoas foram vacinadas, entre elas os profissionais da saúde.

Fonte: Unicanews

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