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Caso Marielle: polícia prende miliciano acusado de mandar matar vereadora

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 Vereadora foi assassinada em março de 2018
Reprodução/Flickr

Vereadora foi assassinada em março de 2018

Nesta quarta-feira (28), a Polícia Civil da Paraíba prendeu um chefe de milícia acusado de ser o mandante da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março de 2018. A identidade do homem não foi revelada pelas autoridades, mas, segundo o jornal Congresso em Foco , trata-se de Almir Rogério Gomes da Silva, chefe da milícia da Gardênia Azul e do Morro do Tirol.

O suspeito foi preso no município de Queimados (cerca de 140 km de João Pessoa), pelos policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco). A ação foi um pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), que investiga o caso, ainda em andamento.

De acordo com as informações do jornal, o acusado estaria na companhia de outro homem, que também foi preso. 

Ainda conforme o Congresso em Foco , a denúncia do MP seria referente a outro crime cometido por Almir em 12 de outubro de 2018, na zona oeste do Rio de Janeiro. O suspeito e mais três homens teriam assassinado uma pessoa que brigou com a esposa em público durante uma festa, atitude que não teria agradado milicianos.

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Julia Lotufo, viúva do miliciano Adriano da Nóbrega, então, teria revelado a relação entre Almir e a morte de Marielle. O ex-marido de Lotufo foi morto em uma troca de tiros com policiais na Bahia, no início do ano passado. Ele, no entanto, não foi interrogado pelos agentes sobre qual teria sido sua participação no assassinato da vereadora.

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“Parte dos milicianos ligados ao homem capturado em Queimadas hoje foi presa em operações policiais naquele estado. Mas ele, que é um dos chefes desse grupo, conseguiu escapar dessas investidas. Trata-se de um criminoso muito perigoso, com indícios fortes de que estava traficando drogas e planejando ataques a instituições financeiras no nosso estado”, disse Diego Beltrão, delegado que coordenou a operação, ao jornal.

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*Em atualização

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Ciclone intenso atinge litoral brasileiro nos próximos dias; Sul é mais afetado

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A região do Brasil mais afetada pelo ciclone será o sul do Rio Grande do Sul
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A região do Brasil mais afetada pelo ciclone será o sul do Rio Grande do Sul

Segundo o Climatempo, uma chuva volumosa com raios e rajadas de vento de até 70 km/h se forma no Rio Grande do Sul, principalmente na parte sul do estado. Um  ciclone extratropical intenso  afeta o litoral brasileiro e pode fazer com que haja granizo e mar agitado se estendendo até Santa Catarina e Paraná.

Alguns “transtornos pontuais” não são descartados, de acordo com a previsão, devido ao temporal no estado. As chuvas fortes são ocasionadas por um sistema de baixa pressão atmosférica na costa da região, que dá origem a uma nova frente fria. O Climatempo reforça a instabilidade no estado, além das condições para temporais isolados, inclusive em Porto Alegre.

Ciclone

Um “ciclone extratropical intenso” deixa o mar agitado em grande parte do litoral brasileiro nos próximos dias. No litoral gaúcho o mar já começa a subir hoje. Em Santa Cataria e no Paraná, isso ocorre a partir desta terça-feira (21). Ao longo da semana as ondas podem chegar a até 3 metros na Região Sul.

A chuva, por outro lado, enfraquece no Rio Grande do Sul e ganha mais força no Paraná, especialmente em Santa Catarina.

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