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Corpo de João Alberto, negro assassinado no Carrefour, é velado em Porto Alegre

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João Alberto Silveira Freitas, homem negro assassinado por segurança e PM em unidade do Carrefour em Porto Alegre

O corpo de João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, espancado e morto na noite desta quinta-feira (19) em uma unidade do Carrefour no bairro Passo D’Areia, em Porto Alegre , por um segurança do supermercado e um policial militar, começou a ser velado na manhã deste sábado (21), no Cemitério São João, na Zona Norte da capital gaúcha. O enterro está marcado para 11h30.

Milena Borges Alves, de 40 anos, esposa de João Alberto , cobra justiça. “Eu não tenho nada pra falar. Só quero justiça, quero que paguem”, afirmou. Ela acompanhava seu marido no Carrefour e pagava as compras no caixa enquanto ele era levado até o andar inferior, onde foi espancado até a morte após suposta confusão com a atendente do supermercado.

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De acordo com a polícia, a vítima teria feito um gesto para a funcionária do Carrefour, o que a fez acionar a segurança do local, dando início a série de agressões que resultaram na morte de Beto, como era conhecido.

A polícia diz que a vítima teria dado um soco em um dos homens brancos que o acompanhava até o estacionamento, quando começaram as agressões. Beto foi espancado por cerca de 5 minutos por eles e morreu por asfixia na noite de quinta-feira .

Enquanto apanhava, Beto chegou a implorar por socorro , sua mulher tentou intervir, mas o espancamento não parou. Milena diz que se aproximou para separar, mas foi empurrada pelos homens.

O Samu chegou a ser acionado, mas encontrou o homem negro morto no local. O  segurança do Carrefour e o PM foram presos em flagrante e devem responder por homicídio triplamente qualificado.

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“Querem ser protagonistas em 2022”, diz Kalil sobre politização da vacina

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Kalil no Rodaviva
TV Cultura / Reprodução

Kalil no Rodaviva

No Roda Viva desta segunda-feira (30), o prefeito de BH, Alexandre Kalil (PSD), falou sobre o cabo de guerra protagonizado por políticos em torno das vacinas contra a Covid-19. Segundo ele, a briga que envolve a CoronaVac, vacina do Instituto Butantan feita em parceria com laboratório chinês, foi politizada por Doria e Bolsonaro.

“Quando um não quer, dois não brigam. Imagina se essa vacina dá certo, e chega para nós mais depressa. Acha que o governo federal vai ter peito de não comprar porque ela é chinesa? Isso é crime, é impeachment”, disse Kalil.

Segundo Kalil, o embate entre Doria e Bolsonaro em torno da vacinação é desejo de ser protagonista em 2020. 

“Eles querem ser protagonistas em 2022. Mas tem muita gente importante do lado de fora articulando […] Tem que entregar alguma coisa para a população para ser eleito”, complementou.

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Sobre João Doria, Kalil diz ser completamente diferente, apesar de ambos terem sido eleitos como ‘outsiders’ da política. “Eu sou totalmente diferente. Nunca conversei com ele, nem com Covas”, disse o prefeito de BH, que evitou entrar em polêmicas sobre o tucano.

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