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Detran do Ceará lança CNH Popular gratuita; veja os requisitos

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Carteira Nacional de Habilitação (CNH)
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Carteira Nacional de Habilitação (CNH)

Durante uma live, o governador Camilo Santana anunciou, nesta quarta-feira (13), lançou oficialmente o Programa Carteira Nacional de Habilitação Popular, conhecido como CNH Popular de 2021. O projeto disponibiliza de 25 mil vagas em todo o estado.

Segundo Santana, os documentos serão entregues até 2022 e lembrou que o programa já habilitou 139 mil pessoas. Neste ano, serão 20 mil carteiras para o interior e outras 5 mil para Fortaleza. 

Quem pode se cadastrar?

  • Pessoas com deficiência;

  • Beneficiários do Programa Bolsa Família;

  • Pessoas Egressas do Sistema Penitenciário;

Como se inscrever?

  • Ir ao site do Detran (www.detran.ce.gov.br), depois clicar em “habilitação” e em “CNH popular”.

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  • Escolher a forma de acesso (primeira habilitação);

  • Informar seu CPF, em seguida confirmar. Depois, aparece um formulário que pedirá dados como contato e profissão.

  • Depois, é preciso anexar os documentos (comprovante de residência, identidade, NIS, CPF). Importante deixar o contato como telefone ou e-mail.

  • Após confirmado o cadastro pelo interessado, uma comissão vai analisar o pedido, e a pessoa pode acompanhar o status de seu pedido pelo próprio site.

  • O interessado vai receber informações sobre a situação do seu cadastro pelo seu e-mail e também no site do Detran. Nele haverá a situação do cadastro com uma tela de acompanhamento.

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O programa acontece desde 2009 e possibilita o acesso das pessoas de baixa renda, gratuitamente, à obtenção da primeira CNH nas categorias A (moto) ou B (automóvel). O cadastramento só acontece pelo site oficial do Detran.


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Câmara investiga se Prevent oferecia tratamento especial a clientes particulares

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Prevent Senior
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Prevent Senior

A CPI da Câmara Municipal vai investigar se a empresa  Prevent Senior dava mais atenção aos pacientes particulares do que àqueles que possuíam convênio médico. A linha de investigação da comissão se abriu nesta quinta-feira após depoimentos que apontam a prática recorrente de encaminhar beneficiários do convênio para os “cuidados paliativos”, isso antes mesmo de fazer qualquer tratamento.

Um dos ouvidos pela CPI foi o paciente Tadeu Frederico de Andrade, que também falou à comissão do Senado. Aos vereadores, ele relatou que os médicos da operadora classificavam seu quadro médico como “irreversível” e tentavam convencer seus familiares de concordarem com cuidado paliativo, o que não ocorreu. O advogado foi um dos que receberam o kit covid, conjunto de medicamentos comprovadamente ineficazes para combater o coronavírus.

— Existem relatos internos, entre médicos, de que um paciente beneficiário do plano estava na UTI gerando custos e, eventualmente, a liberação deste leito de UTI para um paciente particular seria mais rentável do que aquele que estava pagando uma mensalidade — afirmou Tadeu.

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A estratégia da empresa, diz ele, era convencer a família de que o paciente não tinha mais salvação e, por isso, o cuidado paliativo garantiria que ele não fosse mais sofrer.

Para apurar as acusações, a CPI aprovou um requerimento de autoria do vereador Paulo Frange (PTB), que também é relator, solicitando informações sobre pacientes do convênio e particulares. A comissão quer saber quantos estiveram ou estão na UTI, por quanto tempo ficaram internador e se tiveram alta ou óbito. Segundo o presidente da comissão, vereador Antonio Donato (PT), essa será uma das linhas de investigação da CPI.

Nesta quinta-feira, a CPI da Câmara Municipal de São Paulo ouviu, além de Tadeu, familiares de pessoas que morreram de Covid-19 em hospitais da rede. Dois deles afirmaram ter solicitado à operadora de saúde o prontuário médico de seus entes após a Prevent Senior ter assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no qual se compromete com o Ministério Público de São Paulo a enviar esses documentos quando requisitados. A formalização do compromisso foi feita na última sexta-feira e, em tese, já está valendo.

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