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Imagem de Nossa Senhora Aparecida aparece decapitada no DF e revolta fiéis

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Nossa Senhora decapitada no DF
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Nossa Senhora decapitada no DF

Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, que fica próxima à capela Cristo Rei, na QR 117 de Santa Maria, no Distrito Federal, apareceu decapitada nesta quarta-feira (7). Fiéis que se revoltaram ao ver a obra vandalizada, segundo informações do Metrópoles .

A cabeça da padroeira brasileira estava jogada próxima ao gramado em frente à igreja. Um  boletim de ocorrência foi aberto na 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria).

Segundo o delegado-chefe da unidade, Rodrigo Telho, os agentes entraram em contato com o padre da paróquia responsável pela capela, que confirmou que a estátua foi danificada. “Infelizmente a capela não conta com câmeras de vigilância para identificação dos responsáveis”, informou Telho.

A capela Cristo Rei é vinculada à paróquia Sagrada Família de Nazaré. “Como a imagem era de concreto, a restauração iria demorar, logo optei por removê-la”, informou o padre responsável pelo espaço de oração, o pároco Alan Regis. 

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Essa não é a primeira vez que a mesma imagem de Nossa Senhora sofreu atos de vandalismo. O caso segue em investigação.

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Covid-19 no Brasil é como “Chernobyl ou Fukushima”, diz Miguel Nicolelis

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 Covid-19 no Brasil é como
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Covid-19 no Brasil é como “Chernobil ou Fukushima”, diz Miguel Nicolelis

Miguel Nicolelis , neurocientista e professor da Universidade de Duke, comparou a situação da pandemia de  covid-19 no Brasil a históricos acidentes nucleares como os ocorridos em 1986 em Chernobyl , na Ucrânia; e em 2011 em Fukushima , no Japão. As declarações foram realizadas em entrevista à BBC .

“Quando alguém me pede para traçar uma metáfora , digo que, para mim, é como Chernobyl ou Fukushima. Um reator nuclear, mas biológico , que está fora de controle numa reação em cadeia”, avalia Nicolelis.

O cientista argumenta que seu comparativo baseia-se em três pontos: “a falta de liderança governamental, a ignorância [do governo] e a confiança em notícias falsas junto ao negacionismo científico”.

Miguel pondera que esta situação não é culpa dos brasileiros, já que o povo deseja sair desta situação e é fundamental que o mundo entenda este ponto. Em sua avaliação, a principal causa para esta catástrofe é a falta de uma estratégia governamental clara e direcionada para o combate à pandemia. “[O presidente] fez campanha contra qualquer medida de isolamento social, se opôs as máscaras e negou a gravidade desde o início”.

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Ao falar sobre a saúde no Brasil, o professor argumenta que, embora o país apresente um bom sistema público, “o governo nunca aproveitou para financiá-lo e fortalecê-lo significativamente nesta crise”, e por consequência “estamos no meio de um colapso de saúde nacional, algo que nunca havia acontecido na história “.

Nicolelis avalia que esta “é a razão pela qual temos tantos casos e tantas mutações ocorrendo simultaneamente no Brasil”. A Fiocruz , em levantamento recente, declarou que foram detectadas 92 variantes da covid-19 em solo brasileiro , incluindo a P1.

Ainda segundo o cientista, “o mundo sofrerá as consequências” já que há “centenas de milhares de casos todos os dias, depois haverá novas variantes que surgirão e se espalharão pela América do Sul, América Latina e ao mundo todo dentro de semanas”.


A condução brasileira no combate a pandemia de covid-19 já deixou mais de 370 mil mortes em pouco mais de um ano. Hoje, o país representa 25% dos novos casos de óbitos mundiais.

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