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Motorista de aplicativo é preso por mandar matar namorado da própria irmã

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Caso foi registrado no Rio

Policiais da 71ª DP (Itaboraí) prenderam, na noite de sexta-feira (25), o motorista de aplicativo José Carlos Foly Júnior, de 30 anos, que contratou um homem para matar o namorado da própria irmã no município da Região Metropolitana do estado. A vítima, Rhuan Sanches da Silva, 19, foi alvo de três tiros no rosto, no último dia 13, quando estava conversando com a namorada na calçada em frente à casa da tia dele, no bairro Cabuçu .

De acordo com a delegada Norma Passo Lacerda, titular da 71ª DP, José Carlos e o pai não aceitavam o namoro, porque a mulher é 20 anos mais velha do que Rhuan. Antes da relação, que começou há cerca de três meses, o motorista de aplicativo e a vítima eram muito amigos.

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“Familiares da vítima que foram ouvidos na delegacia contaram da insatisfação com relação ao namoro do casal”, destaca a delegada, dizendo que José Carlos usou o veículo do pai, um Chevrolet Cobalt preto, para levar o atirador no local do crime. “Testemunhas ajudaram na identificação do veículo”.

No momento dos disparos, a mulher viu o homem armado e de máscara se aproximar dela e do namorado. Ela correu para dentro da casa, enquanto o atirador foi em direção a Rhuan e pediu para ele não correr. Foi quando ele atirou três vezes contra o rosto do jovem. Dois tiros falharam e um o acertou, fazendo-o cair no chão.

Bala alojada

Rhuan foi levado ao Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, onde ainda está internado para a retirada do projétil que ficou alojado no rosto. O autor dos disparos fugiu.
Após as investigações, a delegada pediu pela prisão temporária de José Carlos, que foi aceita na última sexta-feira pela 1ª Vara Criminal de Itaboraí. O motorista de aplicativo foi capturado no mesmo dia em Jaconé, Saquarema, na Região dos Lagos. Ele foi autuado por tentativa de homicídio.

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“Vamos prosseguir com as investigações para identificar o coautor que efetuou os disparos”, afirmou Passo.

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Prefeito de Florianópolis é acusado de estupro e se defende: ‘ato consensual’

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Prefeito de Florianópolis
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Prefeito de Florianópolis

O atual prefeito de Florianópolis e candidato à reeleição Gean Loureiro (DEM) está sendo acusado de estupro por uma mulher de 47 anos. No boletim de ocorrência, registrado no dia 9 de outubro deste ano, a mulher relata três situações diferentes, ocorridas entre 2017 a 2019. Segundo ele, a relação foi consensual.

“Agora, há poucos dias da eleição estão tentando transformar em crime um ato consensual entre dois adultos que aconteceu lá em 2019. Isso mostra que não há limites para a baixeza e do jogo sujo da política. Fui alvo de uma armação covarde, com uso de uma câmera escondida de propósito, expondo imagens da minha intimidade de forma desumana nas redes sociais. Quem já sofreu uma acusação injusta, quem teve sua imagem destroçada publicamente sabe o que estamos sentindo”, disse o político em um vídeo gravado. 

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Para ele, a situação tem o objetivo de prejudicá-lo na corrida eleitoral. “Hoje eu e minha família fomos surpreendidos de forma rasteira e violenta, por uma avalanche de mentiras. Fui acusado de algo que abomino com todas as minhas forças. Nunca, em toda a minha vida, eu cometi um ato de violência contra quem quer que seja”, afirmou o prefeito.

Segundo os relatos da vítima, em duas oportunidades houve relações sexuais. No último, a mulher registrou com o celular a relação. A mulher trabalhava na Secretaria Municipal de Turismo, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, na qual atuava no gabinete do secretário. E, segundo o boletim de ocorrência, todos os atos ocorreram ali.

Quando aconteceu?

A primeira situação teria ocorrido em 2017. Segundo a vítima, ela estava arrumando a sala de reuniões quando Loureiro “inexplicavelmente passou a fazer investidas”. “(Ele) segurou firme com uma das mãos um dos braços da comunicante e com a outra tentou tocar as partes íntimas por baixo da roupa da comunicante, a qual imediatamente o empurrou e saiu da sala”, diz o boletim de ocorrência.

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A segunda situação teria ocorrido entre o final de 2017 e o começo de 2018. Loureiro teria solicitado que ela fosse buscar água para ele e, ao voltar, o político trancou a porta e teria iniciado as investidas com a mulher.

A terceira situação teria ocorrido em 10 de outubro de 2019. Ela estava saindo do trabalho quando o prefeito passou a puxar conversa. Segundo o BO, a mulher “temendo o que poderia acontecer instintivamente colocou o seu celular para gravar”, já que temia uma nova investida do prefeito.

Reposta do prefeito


O prefeito Gean Loureiro (DEM) gravou um vídeo se defendendo das acusações em sua conta do Instagram. Confira a seguir:

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por favor, assista até o fim!

A post shared by Gean Loureiro (@gean_loureiro) on Oct 29, 2020 at 2:16am PDT


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