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“Nós esperamos por justiça”, diz pai de homem negro assassinado no Carrefour

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João Alberto foi morto por dois homens brancos no Carrefour
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João Alberto foi morto por dois homens brancos no Carrefour

O pai de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, morto após ser espancado no Carrefour Passo D’Areia, em Porto Alegre , lamentou a morte e disse que espera por justiça. João Batista Rodrigues Freitas, de 65 anos, perdeu o filho nesta quinta-feira (19), véspera do Dia da Consciência Negra .

“As únicas coisas que podemos esperar é por Deus e pela justiça. Não há mais o que fazer. Meu filho não volta mais”, disse João Batista ao jornal Estadão.

João Alberto chegou a pedir socorro à mulher, Milena Borges Alves , mas ela foi impedida por seguranças de tentar salvar a vida do companheiro.

“Ela me contou que o segurança apertou o meu filho contra o chão e ele já estava roxo . Fazia sinal com a mão para ela fazer alguma coisa, tirar o cara de cima e um outro segurança empurrou a Milena”, cotou o pai da vítima.

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João Batista disse que o filho era um homem tranquilo e que fazia compras no mesmo supermercado há anos com a esposa.

João Alberto era um homem negro e foi espancado até a morte por dois homens brancos . Um deles é segurança do Carrefour e outro é policial militar que fazia compras no mercado.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Porto Alegre e foi tipificado como homicídio triplamente qualificado . Os dois homens foram presos em flagrante .

Manifestantes se reúnem nesta sexta-feira (20), em diversos pontos do país, para realizar protestos contra o racismo no Brasil.

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“Querem ser protagonistas em 2022”, diz Kalil sobre politização da vacina

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Kalil no Rodaviva
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Kalil no Rodaviva

No Roda Viva desta segunda-feira (30), o prefeito de BH, Alexandre Kalil (PSD), falou sobre o cabo de guerra protagonizado por políticos em torno das vacinas contra a Covid-19. Segundo ele, a briga que envolve a CoronaVac, vacina do Instituto Butantan feita em parceria com laboratório chinês, foi politizada por Doria e Bolsonaro.

“Quando um não quer, dois não brigam. Imagina se essa vacina dá certo, e chega para nós mais depressa. Acha que o governo federal vai ter peito de não comprar porque ela é chinesa? Isso é crime, é impeachment”, disse Kalil.

Segundo Kalil, o embate entre Doria e Bolsonaro em torno da vacinação é desejo de ser protagonista em 2020. 

“Eles querem ser protagonistas em 2022. Mas tem muita gente importante do lado de fora articulando […] Tem que entregar alguma coisa para a população para ser eleito”, complementou.

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Sobre João Doria, Kalil diz ser completamente diferente, apesar de ambos terem sido eleitos como ‘outsiders’ da política. “Eu sou totalmente diferente. Nunca conversei com ele, nem com Covas”, disse o prefeito de BH, que evitou entrar em polêmicas sobre o tucano.

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