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Onda de calor deve bater recorde em SP; “Inverno” pode voltar na quinta-feira

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Onda de calor
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Onda de calor

A onda de calor que atinge as regiões Sudeste e Centro-Oeste deve perder intensidade a partir desta quinta-feira,  segundo as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Antes disso, porém, as temperaturas continuam muito altas para o inverno, beirando os 35 graus em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, sendo que, na capital fluminense, os termômetros poderão bater até 37 graus nesta quarta-feira, enquanto para o estado de São Paulo é esperado um recorde de calor. De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da prefeitura de São Paulo, a capital pode ter recorde de calor hoje, com 34 graus. Em janeiro a máxima do ano bateu 34,1 graus, o recorde em 2021.

A massa de ar quente e seco persiste especialmente sobre os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo, deixando temperaturas elevadas elevadas com riscos de queimadas também em Rondônia e no Acre até quinta-feira.

O aviso meteorológico de “onda de calor” consiste num intervalo de aproximadamente cinco dias em que as temperaturas máximas diárias ultrapassam em pelo menos cinco graus os valores médios registrados para o mesmo período do ano em determinada localidade.

A meteorologia indica ainda baixos índices de umidade relativa do ar, especialmente à tarde. Com isso, cidades no sul de Mato Grosso e norte de Mato Grosso do Sul poderão registrar essa taxa abaixo de 12% em algumas horas do dia. O INMET ressaltou que tal condição pode contribuir para a propagação de incêncios nessas áreas. Por enquanto, o ar seco predomina e a baixa umidade no ar ainda dificulta a formação de nuvens e de chuva. Já em alguns estados das regiões Norte e Nordeste, nuvens de chuva são esperadas no decorrer da semana.

Frente fria vem aí A previsão observou que o tempo pode começar a mudar a partir de quinta-feira devido ao avanço de uma frente fria sobre a região Sul, levando áreas de instabilidade principalmente para o Sul do MS, incluindo possibilidade de chuva. Algumas pancadas de chuva isoladas já devem acontecer no Sul e Oeste de Mato Grosso do Sul nesta quarta-feira.

O calor intenso em Cuiabá levou a cidade a registrar a marca de 40 graus pela quarta vez em 2021. Nesta terça-feira, a capital mato-grossense atingiu 41 graus às 15h, o que correspondeu à maior temperatura do ano no Brasil até aquele momento.

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Com o avanço de uma frente fria nesta quinta-feira, a umidade relativa do ar deve aumentar, causando queda das temperaturas em MS e em parte de MT.

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A meteorologia sugere ainda tempo instável para sexta-feira em MS, SP e algumas áreas do RJ, com queda de temperatura acentuada principalmente nas cidades do Sul e Leste de São Paulo.

De acordo com o Instituto Climatempo, a frente fria prevista para esta semana não deve ser tão generalizada quanto a que atingiu o país no fim de julho. As mudanças mais expressivas são esperadas sobre São Paulo e Rio de Janeiro, na região Sudeste, e entre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, no Centro-Oeste.

Próximo ao Sul do país, entre Uruguai, Argentina e Paraguai, uma acentuada queda da pressão atmosférica favorece a formação de nuvens no RS, onde ocorre a formação de um ciclone extratropical perto de Santa Catarina. Por causa disso, o mar deve ficar agitado já na noite desta quarta-feira na costa gaúcha, causando reflexos até o litoral do Paraná nos próximos dias.

A previsão do Climatempo também menciona fortes rajadas de vento, explicando que o choque do ar quente com uma massa de ar mais frio favorece ainda mais a ventania.

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Aos 116 anos, morre mulher mais velha do Brasil

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Mulher mais velha do Brasil, Antônia Santa Cruz
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Mulher mais velha do Brasil, Antônia Santa Cruz

Antônia Santa Cruz, considerada a mulher mais velha do Brasil, morreu neste domingo aos 116 anos e 217 dias. Ela também era a terceira mulher mais velha do mundo, segundo o grupo de pesquisa Gerontology Research Group (GRG).

De acordo com o portal Calila Notícias, a idosa faleceu em casa por causas naturais, após família relatar que ela reclamou de dores no corpo na noite de sábado (22).

A supercentenária estava acamada há um mês, sem nenhuma doença aparente. Ela foi velada na residência da família e o sepultada na tarde desta segunda-feira.

Na família de Dona Antônia, há mais centenários: uma das irmãs tem 107 anos, e o irmão caçula morreu há pouco mais de um ano, após completar 100 anos.

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