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FICCO/CE deflagra operação contra ameaças a agente público

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Fortaleza/CE. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (FICCO/CE), com apoio da Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP/CE), deflagrou, na manhã desta terça-feira (12/5), a Operação “Custos Legis”, que participa da ação nacional Força Integrada II, no contexto de ação nacional de enfrentamento ao crime organizado.

A investigação apura a atuação de integrante de organização criminosa, suspeito de promover intimidações e ameaças relacionadas a ações estatais de repressão ao crime organizado e ao fortalecimento do sistema penitenciário.

No âmbito da operação, estão sendo cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão no município de Fortaleza/CE, expedidos pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas (VDOC), após representação da autoridade policial e manifestação favorável do Ministério Público.

O investigado poderá responder pelos crimes de ameaça e organização criminosa.

FICCO/CE
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará – FICCO – é composta pela Polícia Federal (PF), Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE), Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Polícia Militar do Ceará (PMCE), Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado do Ceará (SAP) e Perícia Forense do Estado do Ceará (PEFOCE).

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Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará
@pfceara
(85) 99972-0534

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

Brasil destaca integração institucional e tecnologia no combate ao crime organizado em reunião da OEA

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Washington/DC. A delegação brasileira participou da reunião do Grupo de Especialistas para o Controle da Lavagem de Ativos (GELAVEX), da Organização dos Estados Americanos (OEA), realizada nos dias 28 e 29 de abril de 2026, em Washington, nos Estados Unidos.

A comitiva foi composta pelo adido policial Eduardo Navajas, pelo adjunto Leandro Augusto, pela oficial de ligação Luciana Paiva e pelo presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), Ricardo Saadi.

Durante o encontro, o Brasil teve participação de destaque nos debates sobre convergência criminal, integração entre instituições, combate à lavagem de dinheiro e uso de tecnologias aplicadas à investigação financeira.

Entre os principais pontos defendidos pela delegação brasileira estiveram a necessidade de atuação conjunta entre polícias, Ministérios Públicos, Unidades de Inteligência Financeira (UIFs), aduanas e autoridades tributárias, além do fortalecimento da cooperação internacional e das equipes conjuntas de investigação.

Também foram abordadas experiências relacionadas ao uso de inteligência artificial, análise de blockchain e ferramentas tecnológicas no rastreamento de ativos ilícitos e no enfrentamento às organizações criminosas transnacionais.

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A Polícia Federal foi mencionada de forma positiva em diferentes momentos da reunião, sendo reconhecida como referência regional em cooperação internacional e como instituição estratégica no combate ao crime organizado transnacional, especialmente em investigações complexas envolvendo lavagem de dinheiro, criptoativos e integração internacional.

O encontro também destacou avanços brasileiros em temas como alienação antecipada de ativos, medidas de recuperação patrimonial, integração entre inteligência financeira, dados fiscais e investigação criminal, além do uso de ferramentas tecnológicas avançadas pela administração tributária brasileira.

Fonte: Polícia Federal

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