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PF investiga organização criminosa especializada em fraudes contra a Caixa Econômica Federal

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Rio de Janeiro/RJ – Nesta segunda-feira, 23/11, a Polícia Federal deflagrou a Operação Pestilência, que visa desarticular organização criminosa especializada em fraudes contra a Caixa Econômica Federal.

Foram expedidos pela 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro um mandado de prisão temporária (Recreio dos Bandeirantes) e dois mandados de busca e apreensão (Campo Grande/RJ e Itaboraí/RJ), estes já cumpridos. O mandado de prisão permanece em aberto, em razão de o alvo não ter sido encontrado.

Durante as buscas, os policiais federais apreenderam celulares, notebooks e diversos documentos que serão analisados e periciados na continuidade das investigações.

A investigação aponta que o grupo criminoso, que conta com a participação direta de pelo menos dois funcionários da CEF e se utiliza de uma rede de falsificadores e sacadores para levantamento indevido de valores do FGTS, de Cota PIS (Programa de Integração Social) e de empréstimos consignados junto ao INSS com uso de documentos falsos, é responsável por um prejuízo inicial superior a R$ 200 mil.

Os investigados irão responder pelos crimes de estelionato qualificado, organização criminosa, peculato, crimes contra o sistema financeiro e lavagem de capitais.

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O nome da operação faz referência à atividade de perfumaria da empresa criada e utilizada pela organização criminosa para a lavagem dos valores desviados.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

[email protected] | www.pf.gov.br

(21) 2203-4404 / 4405 / 4406 / 4407

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate lavagem de dinheiro no Distrito Federal e em Goiás

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Brasília/DF – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (22/1) a Operação Gravame, com o objetivo de coletar provas acerca de possível crime de lavagem de dinheiro cometido por servidor público e por terceiros a ele associados, tendo por base eventuais crimes antecedentes de corrupção passiva, sonegação fiscal ou outros crimes contra a Administração Pública.

Policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas-bancárias, veículos e imóveis dos investigados em Brasília/DF e na Cidade Ocidental/GO, expedidos pela 12 ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal. A Justiça Federal também determinou o afastamento preventivo do servidor público suspeito de suas funções pelo prazo inicial de 30 dias.

As investigações criminais foram iniciadas no ano de 2020, a partir de apurações provenientes da Controladoria Geral da União – CGU e da Subsecretaria de Conformidade e Integridade – SCI do Ministério da Infraestrutura, e demonstram que o servidor suspeito apresentou crescimento patrimonial incompatível com sua renda, bem como a realização de gastos incompatíveis com sua remuneração.

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Os dados e informações já obtidos também apontam para a possível utilização de parentes na lavagem de ativos, bem como a construção de uma casa de luxo e aquisição de veículos com os valores não declarados.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal no DF

Contato: (61) 2024-7557

[email protected]

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