POLÍCIA FEDERAL
PF orienta proprietários de armas de fogo sobre atualização cadastral no SINARM
Brasília/DF. O Sistema Nacional de Armas (SINARM), gerido pela Polícia Federal, depende da exatidão das informações cadastrais para garantir o controle e a rastreabilidade de armas de fogo. Nesse contexto, é dever do proprietário manter os dados atualizados. A legislação exige que o cadastro reflita a realidade, pois o SINARM é o sistema oficial de controle e rastreabilidade das armas de fogo no país.
Manter o cadastro atualizado é condição essencial para a regularidade da posse, e o registro deve estar vinculado aos dados pessoais, o que inclui: endereço residencial, local de guarda da arma e contato atualizado, como e-mail.
O e-mail é essencial para o recebimento de notificações da Polícia Federal, o acompanhamento de processos e a manutenção da regularidade da arma. O endereço informado no registro delimita o local onde a arma pode ser mantida legalmente, sendo obrigatória a comunicação de qualquer alteração. O cadastro desatualizado pode gerar problemas administrativos e comprometer a regularidade.
Os contatos das Delegacias de Controle de Armas de Fogo da Polícia Federal estão disponíveis AQUI.
Coordenação-Geral de Comunicação Social
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF combate tráfico de pessoas em Santa Helena/PR
Foz do Iguaçu/PR – A Polícia Federal cumpriu, na segunda-feira (25/5), dois mandados de busca e apreensão em Santa Helena/PR em repressão aos crimes de tráfico de mulheres para fins de exploração sexual, redução a condição análoga à de escravidão, manutenção de casa de prostituição, rufianismo e associação criminosa.
A ação é desdobramento de uma investigação instaurada para desarticular um esquema de tráfico internacional de pessoas para os mesmos fins. O inquérito foi aberto no início de maio de 2026, quando uma equipe policial foi acionada devido ao fato de estrangeiras serem mantidas em situação de privação de liberdade. Os agentes encontraram 10 mulheres paraguaias – duas relataram abusos e solicitaram resgate imediato aos policiais.
As apurações revelaram que as mulheres eram aliciadas no país vizinho mediante falsas promessas de emprego ou pelo aproveitamento de vulnerabilidade socioeconômica. Ao chegarem ao estabelecimento no território nacional, as vítimas eram impedidas de deixar o local livremente e passavam a ser submetidas a regime de servidão por dívidas fraudulentas impostas pela direção do estabelecimento.
A execução das buscas determinadas pela Justiça Federal tem a finalidade de arrecadar aparelhos eletrônicos, cadernos de anotações e demais documentos que comprovem a retenção de valores e a administração da atividade ilícita, além de descortinar toda a rede transnacional de aliciamento e viabilizar a oitiva e a proteção das outras mulheres.
Em caso de condenação, as penas previstas pelos crimes variam de 10 a 28 anos de prisão.
Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
[email protected]
@pffoz
Canal para Denúncia
(45) 98821-4326
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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