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Após fechamento de hospital, Ulysses Moraes questiona destino de recursos da Covid-19

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Após o fechamento do Hospital Regional de Barra do Bugres, o deputado Ulysses Moraes cobrou transparência de onde está sendo investido os recursos para combate à Covid-19 no município.  Vale destacar que só de repasses do governo federal, a cidade de Barra do Bugres já recebeu R$ 5.953.963, 19 e parte desse valor é exclusivo para combate ao coronavírus.

“Um hospital fechar em meio a uma pandemia é inacreditável. E o que me deixa mais intrigado é que o Estado já recebeu mais de R$ 1,5 bilhões em repasses do governo federal, de março até julho, e boa parte disso é só para Covid-19. E o município de Barra do Bugres já recebeu mais de R$ 5 milhões e uma boa parte também é só para combate ao coronavírus. Precisamos saber para onde está indo esse dinheiro”, disse Moraes.

No início de junho deste ano, o parlamentar esteve em uma fiscalização nesse hospital e a situação por lá era precária. No local não haviam leitos de Unidades de Terapias Intensivas (UTI) e nem semi leitos, por isso os pacientes estavam sendo encaminhados para Cuiabá.

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“Na fiscalização que fizemos deu para notar que a cidade não tem a mínima estrutura para combater essa doença e nem existiam equipamentos adequados, mas a pergunta que fica é: onde está sendo investido esse dinheiro? Nunca antes veio tanto recurso para saúde e agora tem hospital fechado em meio a uma pandemia. Precisamos ficar de olho em cada centavo” pontuou o deputado.

O Hospital Regional de Barra do Bugres, era administrado por um Consórcio Intermunicipal de Saúde dos Municípios da região. O convênio com o Estado de Mato Grosso venceu no dia 31 de maio de 2020 e foi renovado até 27 de julho. Mas, com o fechamento do hospital, a gestão da unidade voltou para o governo do estado.

“Fiz um requerimento de informações e os gestores municipais vão ter que me explicar para onde foi gasto cada centavo desse repasse do governo federal. As cidades de Mato Grosso de maneira geral precisam ter mais transparência com a aplicação desse dinheiro. São milhões em recursos, por isso vamos fiscalizar tudo”, finalizou o parlamentar.

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Fonte: ALMT

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Projeto cria a Semana Estadual de Conscientização, Prevenção e Combate à Prática de Queimadas em MT

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Deputado Faissal Calil apresentou projeto de lei em sessão plenária

Foto: ANGELO VARELA

Com o objetivo de buscar condições e adotar ações mais efetivas no combate aos incêndios em Mato Grosso, o deputado estadual Faissal Calil (PV) apresentou, na sessão plenária da última quarta-feira (23) na Casa de Leis, o Projeto de Lei (PL) n° 824/2020, que trata de instituir a Semana Estadual de Conscientização, Prevenção e Combate à Prática de Queimadas.

A proposta visa orientar os servidores públicos estaduais e prestadores de serviços contratados pela administração direta e indireta sobre a proibição de atear fogo em terrenos, áreas públicas e nos materiais resultantes de limpeza realizada, além de promover campanhas educativas no âmbito das escolas estaduais e outras ações voltadas ao meio ambiente.

“Os prejuízos que as queimadas trazem para os cofres públicos, os gastos com o combate aos incêndios, a recuperação das áreas devastadas e os recursos despendidos com o tratamento dos pacientes são alarmantes. Aliás, é bom ressaltar que os tratamentos de saúde sempre são caros e, por vezes, não resultam em recuperação completa dos pacientes, alguns passam para a condição de doentes crônicos que sempre precisarão de cuidados médicos cada vez mais sofisticados e caros. O PL busca  criar condições para a adoção de ações mais efetivas no combate a esse mal tão grande, que tem data e hora marcada para se manifestar todos os anos”, justificou o parlamentar.

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Segundo Faissal, o impacto das queimadas para o meio ambiente é mais do que conhecido.  “Espécies animais e vegetais são extintas, nascentes secam, árvores de grande porte morrem, o ar fica poluído, a umidade relativa do ar diminui assustadoramente, comprometendo a saúde de todos, especialmente das crianças e idosos”, concluiu.

Fonte: ALMT

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