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Botelho faz reunião com MT Prev para tratar do recadastramento de aposentados e pensionistas

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Atendendo solicitação dos deputados, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), articulou uma reunião com o presidente do MT Prev, Elliton Oliveira, e com o secretário de Planejamento do Estado, Basílio Bezerra, o recadastramento de aposentados e pensionistas de Mato Grosso, medida obrigatória em função da Reforma da Previdência. A atualização cadastral visa corrigir, atualizar as informações dos aposentados e pensionistas.

Conforme o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), “a questão do recadastramento já ficou pacificada a forma como será feito, e terá uma questão bem favorável para as pessoas fazerem. Vai ter inclusive o recadastramento virtual. Agora, em relação ao custo, nós ainda vamos fazer gestões junto aos cartórios e ao Tribunal de Justiça, para que nos auxiliem nesse trabalho para diminuir o custo para tirar as certidões necessárias”, adiantou o presidente da Casa de Leis.

“Tem certidão que custa até R$ 300,00. Estamos buscando um desconto, de 20 a 30%, para amenizar a situação para esses aposentados e pensionistas”, disse Botelho.

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Segundo o diretor presidente do MT Prev, Elliton Oliveira, “o senso deveria ocorrer a cada cinco anos, porém, Mato Grosso nunca realizou um senso. E agora, por conta da reforma, nós temos uma obrigação legal para não ter o nosso certificado de regularidade previdenciária prejudicado, a gente tem que fazer o senso. É uma obrigação imposta pela lei federal”, adiantou.

O recadastramento, conforme Oliveira, começa no dia 14 de dezembro e prossegue até junho de 2021. “Ninguém será prejudicado, por isso o prazo estendido até junho. Aqui na Assembleia tratamos de uma alternativa para as pessoas que estão distante das cidades polos, para poderem fazer esse senso e cumprir com a legalidade”, adiantou.

Conforme o presidente do MT Prev, são 35 mil aposentados e pensionistas, sendo 29 mil aposentados e seis mil pensionistas. “O recadastramento é obrigatório, quem não fizer, pode sofrer uma suspensão do benefício até que realize o recadastramento. Daí a importância de todos fazerem”, adiantou.

O trabalho de recadastramento será realizado em oito cidades: Cuiabá, no período de 14/12/2020 a 11/06/2021, Cáceres, de 14/12/2020 a 22/12/2021 e 04/01/2021 a 13/01/2021, Tangará da Serra, 22/01/2021 a 10/02/2021, Sinop, de 23/02/2021 a 08/03/2021, Alta Floresta, 17/03/2021 a 30/03/2021, Rondonópolis, 18/01/2021 a 08/02/2021, Barra do Garças, 24/02/2021 a 09/03/2021 e Vila Rica, de 18/03/2021 a 24/03/2021.

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“Havia uma reivindicação muito grande das bases em relação ao recadastramento, e o presidente Botelho, atendendo a demanda de todos nós, deputados, convidou o presidente do MT Prev e o secretário Basílio. Eles vieram de pronto para discutirmos uma posição em relação aos aposentados e pensionistas. É necessário fazer esse senso, que nunca foi feito”, disse a deputada Janaína Riva (MDB), que também participou da reunião.

 

Fonte: ALMT

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VLT é ‘filho da corrupção’, afirma Mendes ao defender BRT

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Michel Alvim/Secom-MT

O governador Mauro Mendes (DEM) criticou novamente a intensa defesa que o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), faz ao Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) e também ao comitê criado por ele para estudar viabilidade do transporte na região Metropolitana. Em evento na manhã desta terça-feira (26), o chefe do Executivo afirmou que o modal é “filho da corrupção” e que imagina “por que será que defendem o VLT?”.

Em dezembro de 2020 o democrata anunciou que irá troca do VLT pelo Bus Rapid Transit (BRT). Estudo técnico mostrou que os ônibus elétricos são mais viáveis e baratos para implantação e também ao usuário. A tarifa do BRT custaria cerca de R$ 3, enquanto o cidadão pagaria R$ 5,28 para viajar nos vagões.

A troca não agradou o prefeito. Ele defendeu a conclusão do VLT, mas o que mais o indignou foi a decisão sem consulta a Cuiabá e Várzea Grande, cidades atendidas pelo modal. Por conta da decisão unilateral, o emedebista já ingressou com ações na Justiça tentando impedir a troca sem que a capital tivesse direito de voto. Pinheiro já amargou 4 derrotas de ações e recursos.

“Não podemos inverter a ordem das coisas. A responsabilidade pelo VLT/BRT é do governo do Estado e aí envolve a prefeitura de Várzea Grande. Convidamos a prefeitura. Fica aqui um convite público ao prefeito, a prefeitura de Várzea Grande está participando junto com o governo”, argumentou o governador.

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Na semana passada, Mendes convocou uma reunião para mostrar o plano de implantação, rotas e integração do transporte na capital. O prefeito Emanuel Pinheiro não compareceu e não mandou representante. Paralelo a isso, criou o Comitê de Análise Técnica para Definição do Modal de Transporte Público da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. O grupo visa elaborar plano para melhoria do transporte e tem 60 dias para entregar a conclusão.

“Ele fez uma comissão dele com ele mesmo. Não sei com quem e o que ele vai discutir. Fez um comitê ‘in house’ para tratar dentro da casa dele. O prefeito tem que olhar para a população, olhar para o bem público. Para mim não está claro qual o interesse que alguns poucos têm em manter o VLT. Filho da corrupção, gestacionado no ventre da corrupção, na corrupção, nasceu da falsificação de um laudo lá no Ministério da Integração Nacional. As duas servidoras já foram condenadas pelo TCU, eles já confessaram, o governador Silval Barbosa confessou a prática de corrupção. Parte da propina já foi paga. Eu fico imaginando ‘ por que será que querem defendem o VLT?’”, declarou o governador.

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Em 2017, o ex-governador Silval Barbosa (sem partido) fez acordo de delação premiada junto ao Ministério Público Federal (MPF). Nos relatos, considerados “monstruosos” pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (SFT) Luiz Fux, o político confessava diversas falcatruas que participou durante sua gestão. Uma delas era a troca do BRT pelo VLT para atender a interesses de seu grupo criminoso e desviar recursos públicos.

O VLT foi idealizado para melhorar o transporte na região Metropolitana e receber jogos da Copa do Mundo de 2014. A obra começou a parou várias vezes, até ser abandonada de vez em 2014. Há 6 anos os vagões estão deteriorando no pátio destinado ao seu armazenamento.

O governador Mauro Mendes destacou que todos os estudos técnicos apontaram para a implantação do BRT. Que custará R$ 430 milhões, dinheiro que o Estado diz já ter em caixa.

“Do ponto de vista técnica, pra mim não resta nenhuma dúvida de que o VLT é mais moderno, mais barato, viável, é bonito, tem tecnologia, tem tudo de bom. Custa menos para implantar e mais barato para o usuário depois”, concluiu.

Fonte: Gazeta Digital

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