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Comissão de Segurança Pública da ALMT conhece estrutura da Cadeia Pública de Alta Floresta

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

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Os deputados estaduais e integrantes da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Delegado Claudinei (PSL) e Ulysses Moraes (PSL), visitaram a Cadeia Pública de Alta Floresta (MT), na quinta-feira (15), para conhecerem a estrutura e obterem informações relacionadas à instituição. Eles foram recebidos pela diretora e policial penal, Cirlene Mateus da Silva.

Cirlene Silva, que atua na instituição desde 2003, comenta que consegue fazer um parâmetro dos resultados alcançados. “A cadeia pública melhorou muito de uns anos para cá, até na forma de trabalhar. Não tinha um administrativo e a Secretaria disponibilizou para nós”, conta.

A diretora explica que a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp) vem contribuindo bastante para as melhorias dentro do sistema prisional. Ela destaca que recebeu a visita, no último mês, do secretário adjunto de Administração Penitenciária, Emanuel Flores, que informou que seria previsto a nomeação de aproximadamente 20 policiais penais para atender a instituição que conta com 172 recuperandos e com capacidade para 65.

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Em relação a quantidade de detentos atendidos, a diretora avalia que está sendo possível conduzir os trabalhos sem contratempos, sendo que hoje são 22 servidores e mais um educador físico no quadro de pessoal. Já os profissionais de nível superior, ela esclarece que o enfermeiro e o médico são concedidos pelo governo estadual, tratamentos com psicólogos ou assistentes sociais são feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e o odontólogo é disponibilizado por meio de parceria com a prefeitura de Alta Floresta.

Alguns dos espaços apresentados aos parlamentares foram a cantina, consultório médico e enfermaria, cozinha para os servidores e um ambiente para executar projeto da Fundação Nova Chance (Funac) que é vinculado à Sesp que proporciona para 12 detentos a oportunidade de trabalhar com atividades laborais.

Reforma – Os avanços contaram com a parceria formada junto ao Conselho da Comunidade e o apoio da Sesp que forneceu tintas e materiais para a reforma no antigo espaço que era ocupado pela Delegacia Municipal de Alta Floresta. Cirlene mostrou a nova área que terão novas celas para ficarem os presos, os consultórios do médico e enfermeiro, recepção e a área administrativa. “Aqui, será adequado para abrigar mais detentos. Essa área toda era da delegacia e as celas serão todas em laje”, diz a diretora.

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Os deputados se colocaram à disposição, por meio da Comissão de Segurança Pública, para a diretora da Cadeia Pública, caso precise de algum apoio ou articulações junto ao governo estadual.

Comissão de Segurança – Além do Delegado Claudinei, que  preside a Comissão e de Ulysses Moraes, também compõem a Comissão, os deputados Sílvio Fávero (PSL), como vice-presidente e como membros titulares Thiago Silva (MDB) e Elizeu Nascimento (DC).

Fonte: ALMT

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Juiz manda retirar clipe que sugere ‘sequestro’ de Emanuel

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João Vieira

O juiz Geraldo Fidelis, da 1ª Zona Eleitoral de Cuiabá, determinou a retirada imediata do clipe da música “O Rio”, do músico Billy Espíndola, que mostra o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), sendo amarrado e sequestrado, deixado para morrer em um floresta. A multa diária, caso o cantor e o Google Brasil Internet Ltda, será de R$ 5 mil.

“Ante o exposto, julgo parcialmente procedente o pedido deduzido na Representação, para manter a remoção das imagens veiculadas no vídeo em questão, bem como, suspender a disseminação do referido vídeo nas redes sociais e em qualquer outro meio de divulgação de propaganda eleitoral, sob pena de multa diária que fixo em R$ 5.000,00 e demais consequências legais”, diz trecho da decisão proferida na última quinta-feira (19).

De acordo com o magistrado, a letra da música, apesar da crítica ácida, “não transborda aos limites da crítica e situa-se no campo das liberdades pessoais, dentre elas, a consagrada liberdade de expressão”.

Para Fidelis, suspender o clipe por conta da música, seria uma forma de censura. Porém, para o juiz, as imagens do clipe, possui “incitação ao ódio e a violência”. “Não é razoável a sugestão realizada de sequestro do representante, acompanhada de amordaçamento e tortura”, diz o magistrado.

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Primeira polêmica

Além do clipe retirado do ar, o cantor Billy Espíndola já havia lançado “Cuiabá no paletó”, em 08 de abril de 2019, outra canção de autoria própria com direito a participação da personagem Almerinda.

Fonte: Gazeta Digital

 

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