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Deputado de MT prevê disputa acirrada para presidente em 2022

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Deputado federal Neri Geller (PP) reconheceu que a eventual candidatura do ex-juiz Sergio Moro à Presidência da República deve deixar a disputa competitiva em 2022.

Em entrevista ao , o parlamentar que é membro da base de sustentação do governo Bolsonaro avaliou que a eventual candidatura de Moro pode enriquecer o debate político. “O Sérgio Moro é um nome forte e que pode enriquecer o debate político. Isso não deixa de ser importante”, destacou.

Na última quarta-feira (10), Moro se filiou ao Podemos apresentando um discurso mais político com o slogan “Brasil justo para todos”. Ele ganhou notoriedade nacional como juiz da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba durante a Operação Lava Jato, que investigou um esquema de corrupção e desvio de recursos públicos envolvendo a Petrobras.

Moro deixou a magistratura após aceitar convite do presidente Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça. Ele deixou a pasta no ano passado após acusar o chefe do Planalto de tentar interferir na Polícia Federal.

Apesar de reconhecer a popularidade do ex-juiz, Geller reiterou seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro, que deve se filiar ao Partido Liberal no dia 22 de novembro. Segundo ele, a tendência é que a legenda permaneça no palanque do presidente, inclusive nas eleições de 2022.

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“Sem dúvida tudo fica mais competitivo. No entanto, o Progressista está na base do governo e ao que tudo indica vamos seguir no apoio do presidente Bolsonaro”, afirmou.

Fonte: Folha Max

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MPE economiza R$ 20 milhões com licitações

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O Departamento de Aquisições (DAQ) do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) alcançou uma economia de R$ 19,8 milhões para a instituição nos processos licitatórios realizados em 2021. A estimativa era de um gasto aproximado de R$ 94,8 milhões, enquanto o valor contratado não chegou a R$ 75 milhões. Das 102 licitações promovidas, apenas um pequeno número resultou em licitação fracassada (quando as empresas participantes não atendem aos critérios do processo ou não atingem o preço estimado para a contratação) ou deserta (sem comparecimento de licitantes interessados). A maior parte dos certames, 84 no total, foi finalizada com sucesso, tendo apenas um ainda em andamento.

Conforme o chefe do departamento, Luciano Lara de Barros, o prazo médio das aquisições e contratações, incluindo o trâmite interno nos diversos departamentos da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), foi de 151 dias, 20 dias a menos que o registrado no ano anterior. Conforme o Planejamento Estratégico Institucional (PEI), a meta é chegar ao prazo de 90 dias até 2023. “O cenário de pandemia atrapalhou o desempenho nos últimos dois anos, mas estamos trabalhando fortemente para reduzir essa marca, inclusive promovendo a melhoria do fluxo de processos”, conta o gestor.

Com a missão de garantir a efetivação e a agilidade das aquisições de bens e contratação de obras e serviços, o DAQ também reestruturou processos internos no decorrer do ano. As gerências de Aquisições, Licitações e Convênios e Contratos mapearam e realinharam os procedimentos visando uma atuação mais célere, eficiente e otimizada.

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Outro avanço do setor a ser destacado foi a designação de dois servidores de carreira para atuarem de forma exclusiva como pregoeiros a partir de 2021. Antes disso, a função era exercida por diferentes colaboradores, de setores distintos, e sem prejuízo das suas funções ordinárias. Com a atuação exclusiva, foi possível garantir um trabalho especializado e mais efetivo nos pregões, uma vez que o pregoeiro é responsável por receber e analisar todas as propostas de preços e documentação apresentada pelos licitantes.

Fonte: Folha Max

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