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Hospital Regional de Rondonópolis suspende atendimentos de pacientes com Covid-19

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O Hospital Regional de Saúde de Rondonópolis, referência nas regiões sul e sudeste de Mato Grosso, em que realiza atendimento por meio da Central de Regulação, Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ou Unidades Básicas de Saúde (UBS) – informou por meio de comunicado que, a partir desta segunda-feira (19), não fará mais atendimentos para pacientes infectados pela Covid-19. O deputado Delegado Claudinei (PSL) se mostrou indignado com o descaso do governo de Mato Grosso e a falta de apoio da prefeitura municipal com a população de Rondonópolis e região.

De acordo com a diretora-geral do hospital, Kênia de Lima Gomes, após reunião com o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES), Gilberto Figueiredo, a ordem de serviço para prestação de serviços médicos nas clínicas A e B para pacientes com Covid-19 serão encerradas ao finalizar a regulação do último paciente. Também, foi citado que a Central de Regulação será avisada para não encaminhar novos pacientes para a unidade hospitalar.

“Mais uma notícia triste para a saúde de Rondonópolis. Este documento que foi amplamente divulgado pelo Hospital Regional do município que diz que não é mais referência para o atendimento aos pacientes com Covid-19 e que deverão ser referenciados por outras unidades de saúde para atender essa especialidade. Será que acabou a pandemia em Rondonópolis e região? Será que não existe mais essa pandemia, mais de 500 mil habitantes que dependem deste hospital?”, questiona Claudinei.

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Requerimento – Em sessão ordinária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), no dia 7 de outubro, o parlamentar apresentou Requerimento de n.° 548/2020 ao secretário Gilberto para obter esclarecimentos e informações a respeito da suspensão de procedimentos cirúrgicos por falta de materiais na unidade.

 “Este requerimento foi para ter informações da gestão do Hospital Regional de Rondonópolis, considerando que vídeos e notícias foram encaminhados para o gabinete, narrando a lotação de pacientes nos boxes e que eles aguardam os procedimentos cirúrgicos, os quais foram suspensos por falta de materiais. Indaga-se sobre a gestão hospitalar e se as informações são verídicas. Em caso positivo, quais motivos levaram a unidade não possuir tais materiais”, explicou Claudinei.

O parlamentar comenta que até o momento não teve um retorno da Secretaria de Saúde do governo estadual. “Já basta o nosso prefeito Zé do Pátio não ter instalado nenhuma UTI (Unidade de Terapia Intensiva), nenhuma parceria firmada com todo este recurso federal para o combate e enfrentamento à Covid-19. O prefeito não está nem aí! Está dançando e festando na campanha política. Absurdo deixar a população desassistida. Será que a Santa Casa vai dar conta de atender todos os pacientes com Covid-19? Não é possível Rondonópolis ser abandonada. Esperamos ter uma resposta urgente”, queixa o parlamentar.

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Gestão – Claudinei se mantém atento aos trabalhos do Hospital Regional de Rondonópolis, tanto que já apresentou outras proposições na Casa de Leis. Dentre elas, estão informações sobre a falta de leitos que ocasionou atendimento de pacientes nos corredores da unidade, falta de pagamento aos médicos e de falta de Equipamentos de Proteção Individual – EPIs, a necessidade de implantação de leitos de UTI, reforma de telhado do hospital, aquisição de 25 computadores para implantação de prontuário eletrônico de pacientes e de dois grupos de geradores de energia de 500 Kva.

 

Fonte: ALMT

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POLÍTICA MT

Juiz manda retirar clipe que sugere ‘sequestro’ de Emanuel

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João Vieira

O juiz Geraldo Fidelis, da 1ª Zona Eleitoral de Cuiabá, determinou a retirada imediata do clipe da música “O Rio”, do músico Billy Espíndola, que mostra o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), sendo amarrado e sequestrado, deixado para morrer em um floresta. A multa diária, caso o cantor e o Google Brasil Internet Ltda, será de R$ 5 mil.

“Ante o exposto, julgo parcialmente procedente o pedido deduzido na Representação, para manter a remoção das imagens veiculadas no vídeo em questão, bem como, suspender a disseminação do referido vídeo nas redes sociais e em qualquer outro meio de divulgação de propaganda eleitoral, sob pena de multa diária que fixo em R$ 5.000,00 e demais consequências legais”, diz trecho da decisão proferida na última quinta-feira (19).

De acordo com o magistrado, a letra da música, apesar da crítica ácida, “não transborda aos limites da crítica e situa-se no campo das liberdades pessoais, dentre elas, a consagrada liberdade de expressão”.

Para Fidelis, suspender o clipe por conta da música, seria uma forma de censura. Porém, para o juiz, as imagens do clipe, possui “incitação ao ódio e a violência”. “Não é razoável a sugestão realizada de sequestro do representante, acompanhada de amordaçamento e tortura”, diz o magistrado.

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Primeira polêmica

Além do clipe retirado do ar, o cantor Billy Espíndola já havia lançado “Cuiabá no paletó”, em 08 de abril de 2019, outra canção de autoria própria com direito a participação da personagem Almerinda.

Fonte: Gazeta Digital

 

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