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Leonardo Campos avalia Gisela como sucessora natural na OAB

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Atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), o advogado Leonardo Campos afirmou que a pré-candidata à presidência Gisela Cardoso foi – e tem sido – fundamental para as conquistas e avanços de sua gestão nos últimos quatro anos.

A advogada atuou como adjunta na Secretaria Geral e agora ocupa o cargo de vice-presidente da Seccional. Campos destacou que, com o auxílio de Gisela, conseguiu aproximar a jovem advocacia, os advogados do interior do Estado e também os mais experientes para a gestão. Para ele, a colega é a sua sucessora natural.

“Hoje cobramos a segunda menor anuidade do país para a jovem advocacia e estamos entre as seis menores anuidades no geral. Conseguimos desenvolver trabalhos essenciais à sociedade e a advocacia mato-grossense com apoio da Gisela. Em defesa da mãe advogada, por exemplo, distribuímos mais de mil auxílios-maternidade”, destacou o presidente.

“Tivemos ainda o desenvolvimento das atividades para a mulher advogada, que teve adesão de mais de 600 profissionais. E foram distribuídos mais de 1750 auxílios, como maternidade, funeral e extraordinários Covid-19. Assim, conseguimos aproximar a OAB-MT de todos, e isso só foi possível com apoio incondicional da Gisela”, completou.

CLIMATIZA JÁ – Outra demanda antiga dos profissionais de Direito era a climatização do Fórum da Capital. Com o movimento “Climatiza Já” foi possível mobilizar diversos profissionais por meio de um abaixo-assinado com mais de 4.200 nomes da advocacia, magistratura e sociedade em geral.

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“Trabalhamos com o convencimento e conseguimos que o Poder Judiciário realizasse a climatização do Fórum da Capital”, destacou.

CAPACITAÇÃO – Em meio a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), ainda foram criados diversos programas e fomento à capacitação, além de mentoria aos advogados e advogadas de Mato Grosso.

Em números gerais, o atual presidente da Ordem também lembra que ao longo da gestão foram mais de 58 mil profissionais inscritos nos cursos da Escola Superior de Advocacia de Mato Grosso (ESA/MT), sendo mais de 650 atividades de ensino, capacitação jurídica e atualização nos últimos anos. “Praticamente foi uma atividade realizada a cada três dias”.

SAÚDE – Também pensado na advocacia, a OAB-MT e a Caixa de Assistência dos Advogados (CAAMT) lançaram em setembro deste ano uma plataforma de telemedicina exclusiva para a advocacia, a ADVMed.

Através dela, todos os advogados e advogadas adimplentes e dependentes poderão se consultar virtualmente, 24h por dia, 7 dias por semana, com 50 médicos generalistas. “O programa ADV MED permitiu que advogados, advogadas e seus dependentes tenham acesso à teleconsultas gratuitamente em um momento de tanta insegurança e incerteza”, destacou Leonardo Campos.

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PRERROGATIVAS – A defesa das prerrogativas também foi assegurada na gestão que tem Leonardo Campos como presidente e Gisela Cardoso como vice-presidente. “Foram mais de 960 processos autuados, mais de 1.600 notificações expedidas e 25 desagravos públicos aprovados”, lembrou Campos.

SISTEMA DIGITAL –  A pandemia da Covid-19 fechou as portas do Fóruns para atendimentos presenciais e audiências e sessões – no caso do segundo grau de jurisdição – foram forçadas a ser online. Sensível ao período, a gestão fez o pedido para que os processos e documentações fossem disponibilizados online.

“O Judiciário deu celeridade à expedição e liberação de alvarás. O TJ-MT ampliou a aplicação do Sistema Malote Digital, garantindo mais celeridade ao cumprimento dos alvarás de soltura em todo o Estado. Também houve a expansão, para o 2° Grau de Jurisdição, do encaminhamento dos alvarás de soltura e mandados de prisão por meio eletrônico aos estabelecimentos criminais”, destacou o presidente.

Agora, a defesa é para que – com os números de casos e de óbitos da Covid-19 em queda – haja a abertura total do Judiciário.

Fonte: Folha Max

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POLÍTICA MT

Lúdio Cabral faz representação à PGJ para anular edital de seleção de interinos da Educação que exclui pessoas do grupo de risco

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) prepara uma representação ao procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges, para anular o processo seletivo lançado na quarta-feira (27) pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para contratação de professores e funcionários interinos nas escolas estaduais de Mato Grosso. Lúdio destacou diversas irregularidades no edital de seleção e solicita que o Ministério Público Estadual (MPE) acione o governador Mauro Mendes (DEM) e o secretário de Educação, Alan Porto, para suspender o edital.

“Olha a irresponsabilidade do governo de Mato Grosso: o edital é copiado integralmente de um seletivo do Espírito Santo. E outra maldade: o edital prevê que pessoas do grupo de risco não poderão ser contratadas. É um absurdo o que estão fazendo nesse processo seletivo. Prossegue a política de terra arrasada na educação pública em Mato Grosso, conduzida por esse governo que terá como marca o fechamento de escolas”, disse Lúdio.

O deputado destacou ainda que há centenas de classificados no último concurso público da Educação que não foram nomeados. “Não faz sentido abrir processo seletivo com concurso em vigência, com centenas de trabalhadores na fila aguardando nomeação desde 2017, inclusive muitos profissionais que já atuam como interinos. É absolutamente possível nomear todos do cadastro de reserva, todos os habilitados, e ainda abrir seleção de interinos por contagem de pontos sem custo nenhum”, afirmou Lúdio.

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O processo seletivo lançado pela Seduc na quarta-feira altera o formato de contratação de profissionais da Educação interinos que é feito há décadas em Mato Grosso, por meio do sistema de contagem de pontos.

“A Seduc contratou uma empresa privada sem licitação para realizar o processo seletivo de contratação de trabalhadores interinos na Educação, com cobrança de inscrição, ao custo de milhões de reais. Não tem sentido essa mudança em algo que sempre foi feito a custo zero, pela própria Seduc e pelas escolas, por meio do processo de contagem de pontos. Os trabalhadores interinos não são contratados temporariamente, são força de trabalho permanente nas escolas estaduais porque a maioria deles estão há mais de 10 anos trabalhando”, destacou Lúdio.

Fonte: ALMT

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