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Max Russi atende apelo de motoristas e cobra a conclusão da MT-344

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Deputado Max Russi fez cobrança após ouvir reclamações de motoristas da região

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Após ouvir inúmeras reclamações de motoristas, principalmente de produtores rurais, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), cobrou do Poder Executivo estadual e também da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) celeridade na conclusão das obras da MT-344, nos trechos que ligam Jaciara, Dom Aquino e Campo Verde, inacabadas há pelo menos seis anos.

Márcio Arlindo de Andrade, 42 anos, é funcionário público do município de Campo Verde. Ele trabalha no transporte de pacientes e relata as dificuldades enfrentadas por ele e de outros motoristas que precisam trafegar pelo trecho das obras inacabadas. Segundo ele, o período chuvoso tem acarretado sérios prejuízos para quem trafega pelo local.

“Essas obras começaram há 6 anos e até hoje não terminou. E sempre que passa o período de chuva, precisa começar do zero. Sem contar que o serviço não “anda” e agora, nesse período chuvoso, a estrada está igual um sabonete, muito perigoso. Obras muito parecidas em cidade vizinha já terminaram e aqui nada até hoje. É muito difícil. É um trecho que, além de perigoso, devido aos constantes acidentes, acarreta prejuízos pois acaba estragando o carro. Está faltando fiscalização. Espero que o deputado consiga resolver esse problema”, relatou Márcio.

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Segundo o parlamentar, a condição da rodovia tem preocupado. Ele explica que, além de colocar a vida dos motoristas em risco, ainda indica o desperdício considerável de dinheiro público, já que as obram começam de tempos em tempos, mas nunca são concluídas.

“Por essa rota passa grande parte do escoamento de grãos do estado e também boa parte dos produtos pecuários, mas infelizmente a rodovia encontra-se em péssimas condições de trafegabilidade, onde existem, inclusive, enormes crateras, que além de provocar danos materiais aos donos de veículos, ainda estão provocando graves acidentes”, observou Max Russi.

No documento encaminhado ao governador do estado, Mauro Mendes (DEM), e à Sinfra, Russi ainda argumentou que os acidentes envolvendo carros, caminhões e motos ocorrem devido à tentativa de desviar dos buracos. “O motorista acaba perdendo o controle do veículo ao cair em buracos e agora no período de chuvas a situação é ainda complicada”, pontuou o deputado, que também representa a região.

Vale destacar que a região possui grande potencial turístico e econômico. Além disso, a rodovia é utilizada como rota entre a capital mato-grossense e municípios importantes localizados na região sul do estado, entre eles Rondonópolis, Juscimeira, Campo Verde, Dom Aquino e São Pedro da Cipa, inclusive é opção para ir ao estado vizinho de Mato Grosso do Sul.

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Fonte: ALMT

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VLT é ‘filho da corrupção’, afirma Mendes ao defender BRT

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Michel Alvim/Secom-MT

O governador Mauro Mendes (DEM) criticou novamente a intensa defesa que o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), faz ao Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) e também ao comitê criado por ele para estudar viabilidade do transporte na região Metropolitana. Em evento na manhã desta terça-feira (26), o chefe do Executivo afirmou que o modal é “filho da corrupção” e que imagina “por que será que defendem o VLT?”.

Em dezembro de 2020 o democrata anunciou que irá troca do VLT pelo Bus Rapid Transit (BRT). Estudo técnico mostrou que os ônibus elétricos são mais viáveis e baratos para implantação e também ao usuário. A tarifa do BRT custaria cerca de R$ 3, enquanto o cidadão pagaria R$ 5,28 para viajar nos vagões.

A troca não agradou o prefeito. Ele defendeu a conclusão do VLT, mas o que mais o indignou foi a decisão sem consulta a Cuiabá e Várzea Grande, cidades atendidas pelo modal. Por conta da decisão unilateral, o emedebista já ingressou com ações na Justiça tentando impedir a troca sem que a capital tivesse direito de voto. Pinheiro já amargou 4 derrotas de ações e recursos.

“Não podemos inverter a ordem das coisas. A responsabilidade pelo VLT/BRT é do governo do Estado e aí envolve a prefeitura de Várzea Grande. Convidamos a prefeitura. Fica aqui um convite público ao prefeito, a prefeitura de Várzea Grande está participando junto com o governo”, argumentou o governador.

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Na semana passada, Mendes convocou uma reunião para mostrar o plano de implantação, rotas e integração do transporte na capital. O prefeito Emanuel Pinheiro não compareceu e não mandou representante. Paralelo a isso, criou o Comitê de Análise Técnica para Definição do Modal de Transporte Público da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá. O grupo visa elaborar plano para melhoria do transporte e tem 60 dias para entregar a conclusão.

“Ele fez uma comissão dele com ele mesmo. Não sei com quem e o que ele vai discutir. Fez um comitê ‘in house’ para tratar dentro da casa dele. O prefeito tem que olhar para a população, olhar para o bem público. Para mim não está claro qual o interesse que alguns poucos têm em manter o VLT. Filho da corrupção, gestacionado no ventre da corrupção, na corrupção, nasceu da falsificação de um laudo lá no Ministério da Integração Nacional. As duas servidoras já foram condenadas pelo TCU, eles já confessaram, o governador Silval Barbosa confessou a prática de corrupção. Parte da propina já foi paga. Eu fico imaginando ‘ por que será que querem defendem o VLT?’”, declarou o governador.

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Em 2017, o ex-governador Silval Barbosa (sem partido) fez acordo de delação premiada junto ao Ministério Público Federal (MPF). Nos relatos, considerados “monstruosos” pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (SFT) Luiz Fux, o político confessava diversas falcatruas que participou durante sua gestão. Uma delas era a troca do BRT pelo VLT para atender a interesses de seu grupo criminoso e desviar recursos públicos.

O VLT foi idealizado para melhorar o transporte na região Metropolitana e receber jogos da Copa do Mundo de 2014. A obra começou a parou várias vezes, até ser abandonada de vez em 2014. Há 6 anos os vagões estão deteriorando no pátio destinado ao seu armazenamento.

O governador Mauro Mendes destacou que todos os estudos técnicos apontaram para a implantação do BRT. Que custará R$ 430 milhões, dinheiro que o Estado diz já ter em caixa.

“Do ponto de vista técnica, pra mim não resta nenhuma dúvida de que o VLT é mais moderno, mais barato, viável, é bonito, tem tecnologia, tem tudo de bom. Custa menos para implantar e mais barato para o usuário depois”, concluiu.

Fonte: Gazeta Digital

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