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“Pandemia não acabou e fechamento de leitos de covid é decisão equivocada”, diz Lúdio

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual e médico sanitarista Lúdio Cabral (PT) criticou a decisão do governo de Mato Grosso de fechar leitos de covid-19 no Hospital Regional de Rondonópolis, nessa segunda-feira (19). Lúdio afirmou que a região Sul de Mato Grosso ainda necessita desse atendimento, pois os leitos reservados para a pandemia continuam totalmente ocupados com pacientes de covid.

“Essa decisão do governador é absurda. A pandemia da covid-19 não acabou ainda. Esses leitos estão funcionando com ocupação plena, atendendo toda a população da região Sul. São 800 mil habitantes que têm um único hospital público estadual, que é o Hospital Regional de Rondonópolis, como referência no atendimento à covid. Essa decisão é equivocada e incorreta. Esses leitos têm que continuar totalmente ativos enquanto houver demanda por tratamento para covid na região Sul de Mato Grosso”, afirmou Lúdio.

Membro da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, Lúdio informou que vai propor aos outros deputados da comissão a convocação do secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, para esclarecer e debater os encaminhamentos relacionados aos leitos de covid no estado, em conjunto com o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems) e da região.

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A proposta de Lúdio é que todos os leitos de enfermaria e de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) abertos na pandemia continuem ativos para tratamento da covid-19 enquanto houver demanda de pacientes. E que mesmo depois que a pandemia acabar, os leitos continuem ativos, porém, passem a atender as outras demandas do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Quando a demanda por atendimento à covid cair, em função da evolução da epidemia, esses leitos gradativamente têm que ser substituídos para atender a demanda geral. Até porque antes da pandemia tínhamos 300 mil pessoas na fila aguardando algum procedimento no SUS em Mato Grosso: consulta especializada, exame especializado, internação, cirurgia. Portanto essa estrutura que foi ampliada em decorrência da pandemia precisa ser mantida e continuar funcionando”, afirmou Lúdio.

Fonte: ALMT

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Juiz manda retirar clipe que sugere ‘sequestro’ de Emanuel

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João Vieira

O juiz Geraldo Fidelis, da 1ª Zona Eleitoral de Cuiabá, determinou a retirada imediata do clipe da música “O Rio”, do músico Billy Espíndola, que mostra o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), sendo amarrado e sequestrado, deixado para morrer em um floresta. A multa diária, caso o cantor e o Google Brasil Internet Ltda, será de R$ 5 mil.

“Ante o exposto, julgo parcialmente procedente o pedido deduzido na Representação, para manter a remoção das imagens veiculadas no vídeo em questão, bem como, suspender a disseminação do referido vídeo nas redes sociais e em qualquer outro meio de divulgação de propaganda eleitoral, sob pena de multa diária que fixo em R$ 5.000,00 e demais consequências legais”, diz trecho da decisão proferida na última quinta-feira (19).

De acordo com o magistrado, a letra da música, apesar da crítica ácida, “não transborda aos limites da crítica e situa-se no campo das liberdades pessoais, dentre elas, a consagrada liberdade de expressão”.

Para Fidelis, suspender o clipe por conta da música, seria uma forma de censura. Porém, para o juiz, as imagens do clipe, possui “incitação ao ódio e a violência”. “Não é razoável a sugestão realizada de sequestro do representante, acompanhada de amordaçamento e tortura”, diz o magistrado.

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Primeira polêmica

Além do clipe retirado do ar, o cantor Billy Espíndola já havia lançado “Cuiabá no paletó”, em 08 de abril de 2019, outra canção de autoria própria com direito a participação da personagem Almerinda.

Fonte: Gazeta Digital

 

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