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‘Se tiver vergonha na cara não é candidato’, dispara Mauro sobre Emanuel

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Michel Alvim/ Secom

O governador Mauro Mendes (DEM) voltou a alfinetar o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), sobre a disputa pela prefeitura da Capital.

Questionado sobre uma eventual candidatura do adversário, Mendes respondeu: “Posso falar o que eu penso? Se tiver vergonha na cara não é candidato. Porque ter o que têm por aí, como dizia meu amigo presidente Bolsonaro: as verdades têm de ser ditas”, disse durante coletiva à imprensa, nesta segunda-feira (14).

Mauro ainda completou dizendo que a campanha eleitoral precisa ser pautada nos problemas da população e não por escândalos, quando questionado se o fato de Emanuel ter se tornado réu na Justiça Federal facilitaria a disputa ao pleito municipal para o suplente de senador, Fábio Garcia (DEM).

“A campanha do Fábio e de qualquer candidato tem que ser em cima dos problemas de Cuiabá, em cima do que está sendo feito e o que pode ser melhorado. Claro, falar um pouco dos adversários faz parte de qualquer estratégia político-eleitoral, mas o foco principal tem que ser a cidade, os seus problemas e soluções para que a sociedade possa escolher alguém que realmente tenha capacidade de tomar conta da vida de todos nós”, enfatizou.

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Entenda o caso

Na última sexta-feira (11), o prefeito da capital Emanuel Pinheiro, se tornou oficialmente réu na Justiça Federal por conta do vídeo em que parece recebendo maços de dinheiro e colocando em seu paletó, durante na gestão do ex-governador Silval Barbosa.

A decisão foi do juiz da 5ª Vara Federal, Jeferson Schneider, que acatou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF).
O MPF aponta que Silval acertou o pagamento de propina no valor de R$ 600 mil para cada deputado estadual, “como forma de garantir governabilidade e a aprovação das contas do governo, o qual seria honrado em 12 parcelas iguais e sucessivas de R$ 50 mil”, diz trecho da denúncia.

A denúncia ainda aponta que em dezembro de 2013 Emanuel Pinheiro “dirigiu-se até ao gabinete de Sílvio Cezar Corrêa Araújo, localizado na governadoria do Estado de Mato Grosso, ocasião na qual recebeu, a título de propina, a quantia de R$ 50 mil”, afirmam os procuradores da República.

Foi neste contexto que Silvio gravou o vídeo de repercussão nacional no qual Emanuel aparece recebendo o dinheiro. “No decorrer do vídeo, Silvio repassa R$ 20 mil em espécie para o denunciado e se compromete a entregar o restante, ou seja, R$ 30 mil para um terceiro, não identificado no diálogo”, diz outro trecho da denúncia.

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Silvio Correia era chefe de gabinete de Silval.

Fonte: Gazeta Digital

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TVAL produz documentário sobre a maior queimada da história do Pantanal

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Equipe da TVAL levará ao mundo a história do maior incêndio do Pantanal

Foto: Anderson Sartori / TVAL

A maior planície alagada do planeta está em chamas e as consequências disso ainda são desconhecidas, mas serão registradas. A TV Assembleia (TVAL) está produzindo um documentário para contar, sob diferentes narrativas e muitas imagens, os impactos dos incêndios que até agora consumiram 20% de toda a biodiversidade do Pantanal. O material será gravado em três etapas para reproduzir parte da tragédia registrada este ano.

O repórter Anderson Sartori sugeriu a realização do documentário após uma provocação da jornalista Lina Carvalho, que conhecendo a paixão do colega por documentários e pela natureza, sugeriu a realização de um projeto especial. Pronto, foi semeada a semente e Anderson levou a proposta para o superintendente da TVAL, Jaime Neto.

A equipe fez sua primeira inserção há duas semanas, quando uma diligência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), da Câmara dos Deputados e do Senado Federal visitou o Pantanal para ver de perto as queimadas e ouvir os relatos da população local. Anderson Sartori, o cinegrafista Maximino Cruz, o operador de drone Roberto Kilila e o motorista Ronaldo Marques de Almeida percorreram a Transpantaneira de Poconé (a 102 km da Capital) até Porto Jofre, na divisa dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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Com apoio de um drone, a imagens aéreas mostram a devastação do fogo até mesmo sobre as áreas úmidas. “Fiz muitas matérias no Pantanal e nunca vi assim. Você não vê água, não sei se um dia o Pantanal voltará a ser como antes”, descreve Maximino Cruz, que há 35 anos trabalha como cinegrafista.

Desafios – O jornalista Anderson Sartori diz que o objetivo do documentário é disponibilizar ao mundo as imagens e a história deste que já é considerado o maior incêndio do Pantanal. “É premissa da TV pública produzir conteúdos que possam desdobrar alguns assuntos com mais tempo e o documentário é um dos caminhos para levar informações mais aprofundadas para a comunidade”, afirma Anderson Sartori.

Além dos aspectos naturais e o dia a dia de quem está lidando com o combate ao fogo, o documentário também vai apresentar os impactos sociais e econômicos da queimada no Pantanal a partir da perspectiva de quem vive lá e também de pesquisadores e políticos. “Vimos pousadas destruídas, o ecoturismo será afetado diretamente”, exemplifica Anderson.

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Para isso, a intenção é registrar a queimada, o que já foi realizado, o início das chuvas e depois, quando o Pantanal estiver cheio, gravar como será a reconstrução deste ciclo, visto que naturalmente o bioma é composto do revezamento entre a seca e a cheia de sua planície. Como o material está sendo produzido em Full HD, que garante qualidade de ponta às imagens, a equipe também precisará de uma estrutura especial para editar o documentário e apoio para realizar mais duas viagens.

A intenção é finalizar o documentário ainda no primeiro semestre de 2021. “Estamos trabalhando nos intervalos das pautas diárias e entre uma ida e a outro ao Pantanal para fazer entrevistas, pesquisar e adiantar a seleção de imagens”, explica Sartori.

Fonte: ALMT

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