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SENADO: DEM confirma Júlio Campos na suplência de Leitão e libera Mendes para apoiar Fávaro

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O diretório estadual do Democratas realizou convenção na noite de ontem no Hotel Fazenda Mato Grosso, e as lideranças entraram em consenso, lançando Júlio Campos como candidato na primeira suplência da chapa encabeçada por Nilson Leitão, do PSDB, nas eleições suplementares ao Senado.

Estavam presentes todas as principais lideranças: o governador Mauro Mendes, que declarou apoio a Carlos Fávaro (PSD) na corrida pelo Senado, o presidente estadual da sigla, Fábio Garcia, pré-candidato à Prefeitura de Cuiabá, o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho, o senador Jayme Campos e a esposa Lucimar Campos, prefeita de Várzea Grande, assim como Júlio.

Fábio Garcia foi quem falou em nome do partido e anunciou a decisão de seguir em consenso, priorizando por manter o grupo unido. Com duas eleições distintas para a mesma data, municipais e suplementar ao Senado, o partido enfrentou dificuldades para encontrar um ponto comum.

“Isso, na verdade, exigiu de nós muito diálogo, muita conversa, muita maturidade para que a gente pudesse encontrar um caminho comum, que unisse o partido, que fizesse com que a gente pudesse continuar unido e fazer com que o Democratas continuasse crescendo no estado de Mato Grosso. Em 2018 tivemos uma eleição muito vitoriosa, elegemos na mesma campanha o governador do Estado de Mato Grosso, um senador da República, dois deputados estaduais, um deles presidente da Assembleia e o outro líder de governo, e a gente quer que essa força política que o Democratas tem hoje em Mato Grosso ajude o Democratas a continuar crescendo”, afirmou Garcia.

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O grupo que segue Mauro Mendes apoiará Carlos Fávaro para o Senado. Para o governador, é uma decisão “madura” do partido. “É uma decisão madura, sábia e que vai permitir que sigamos unidos, construindo projetos vitoriosos. O grande objetivo dessas eleições é eleger nossos prefeitos e nisso estaremos juntos”, afirmou.

O DEM tem, até a convenção estadual, 69 pré-candidatos a prefeituras de Mato Grosso. Em Cuiabá, a convenção ocorre nesta terça-feira (15), às 17h, para definir Fábio Garcia como candidato. O candidato a vice ainda não foi definido.

Fonte: unicanews

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Botelho diz que projeto não obriga ninguém a vacinar contra a covid

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Presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), comentou sobre o seu projeto de lei 03/2021, que institui o Programa Emergencial de Vacinação contra a covid-19 e impõe restrições para quem optar por não se vacinar. Por causa das medidas propostas, o projeto foi apelidado de “vacinação obrigatória”, já que restringe a vida das pessoas que não se vacinarem.

“Meu projeto não obriga. Não tem como amarrar uma pessoa a força pra vacinar, mas se você vive em coletividade deve vacinar, é essa a discussão. Vai haver algumas restrições pra quem não vacinar, como não participar de creche, concurso público”, explicou o democrata.

De acordo com Botelho, a medida não é política, já que o seu colega de bancada Sílveo Fávero (PSL) apresentou um projeto na contramão da sua proposta.

“Eu não quero politizar, mas polemizar, criar essa discussão sobre o que é melhor. No meu entendimento, quando se trata de coletivo, ele passa a ser mais importante que o individual. Não quer dizer que estou correto, mas quero discutir”, explanou .

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Entenda o projeto

O Projeto de Lei 03/2021 aguarda o parecer da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, antes da primeira votação.

O artigo 2º do projeto determina o atendimento aos ditames legais quanto à autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), para a aplicação de qualquer vacina, desde que efetivamente comprovada a sua eficácia. Dessa forma, o Governo do Estado poderá adotar as medidas necessárias para que a população seja imunizada contra o coronavírus.

Já o artigo 3º prevê que, adotadas todas as fases de aplicação da vacina, ou das diversas vacinas que estejam autorizadas pelos órgãos competentes federais, o governo, em parceria com os municípios, deverá implementar os mecanismos para a efetividade plena de imunização de toda a população residente no Estado.

A parte polêmica do projeto é sobre as restrições sofridas por quem não se vacinar. O comprovante da imunização terá que ser apresentado para conseguir vagas em creches e instituições de ensino – de ensino básico até o nível superior -, entrada no transporte coletivo, viagens de avião, assim como a obtenção de documentos públicos, inscrição em concurso e até para tomar posse de cargo no funcionalismo público.

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Fonte: Gazeta Digital

 

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