Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Vai tarde

Witzel vai pra degola: MPF opina pela improcedência de reclamação de Witzel relativa à comissão que analisará seu impeachment

Publicados

em

Foto: Internet

Governador pede a desconstituição da Comissão formada na Alerj por suposta violação das regras para sua formação

O procurador-geral da República, Augusto Aras, opinou pela improcedência de reclamação apresentada pelo governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), quanto a suposto  descumprimento de regras na formação de Comissão Especial na Assembleia Legislativa do  Estado (Alerj) que analisará pedido de impeachment formulado contra ele. De acordo com o PGR,  todos os pressupostos constitucionais e legais, assim como o regramento que rege a  Assembleia, foram atendidos, não havendo razão para a reclamação ser aceita pelo  Supremo Tribunal Federal (STF).

Na reclamação, Witzel alega que houve ilegalidade ao instituir a Comissão por simples  indicação de líderes partidários, sem posterior votação. Também aponta suposto desrespeito à regra de proporcionalidade partidária, permitindo a indicação de um  membro por partido, o que teria violado o entendimento da Súmula Vinculante 46 do STF. O dispositivo  reconhece como competência legislativa privativa da União o estabelecimento de normas para processo e julgamento dos crimes de responsabilidade. Por fim, requer a  concessão de liminar para suspender os efeitos dos atos reclamados e a desconstituição da Comissão Especial de Impeachment.

Leia Também:  Médicos criam projeto para atender gratuitamente população com sintomas de covid-19

De acordo com Augusto Aras, a Lei 1.079/50, que definiu os crimes de responsabilidade  e regulou seu processo e julgamento, não prevê que o legislador tenha determinado a  necessidade de votação para a escolha dos membros componentes da comissão. “Seria  ilógico submeter a escolha do membro eleito por um partido a novo escrutínio, pelo  Plenário, possibilitando que os demais partidos pudessem interferir, por meio de  eleição, na escolha dos membros da comissão”, pondera o PGR.

Em relação ao suposto descumprimento da regra da composição proporcional de membros, o  PGR esclarece que a Constituição de 1988 manteve a regra de formação proporcional contida na Lei 1.07950 , tanto  quanto possível, das mesas e comissões parlamentares de cada uma das casas do  Congresso Nacional. “Essa proporcionalidade há de ser graduada, conforme ditame constitucional, tanto quanto possível, com observância da máxima efetividade do comando constitucional e, por conseguinte, visando a efetiva participação das minorias  parlamentares”, sintetizou.

Conforme o PGR, as normas constitucionais e infralegais estabeleceram não uma regra da proporcionalidade puramente dita, mas da proporcionalidade na medida de sua  possibilidade no caso concreto. A exigência de composição proporcional ideal  demandaria a formação de uma comissão com quantitativo excessivo de membros, possivelmente ultrapassando a metade dos membros da própria Casa, o que não se  afiguraria desarrazoado, aponta Augusto Aras. Diante do exposto, o PGR opina pela improcedência do pedido do governador.

Leia Também:  Acordo entre Fiocruz e Astrazeneca pode imunizar metade da população brasileira

Íntegra da RCL 42358

Fonte: MPF

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

Publicados

em

Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

Leia Também:  Vai à promulgação aporte de US$ 67 milhões a projetos de energia renovável

O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

Leia Também:  Acordo entre Fiocruz e Astrazeneca pode imunizar metade da população brasileira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA