TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Ouvidoria da Mulher do Judiciário é canal especializado para receber demandas de violência doméstica

Publicados

em


A Ouvidoria da Mulher do Poder Judiciário de Mato Grosso é um serviço que amplia o suporte às vítimas de violência doméstica e familiar. Um canal de comunicação direta com a sociedade para recebimento e encaminhamento de denúncias, sugestões, presta informações sobre andamentos processuais sobre o tema e promove a escuta ativa da mulher.
 
A ferramenta, de fácil acesso pela internet, é mais um canal de acesso oferecido pela Justiça estadual que pode ser utilizado por qualquer pessoa para fazer denúncias de crimes de violência doméstica contra a mulher em Mato Grosso, por exemplo.
 
De acordo com a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena Póvoas, a Ouvidoria da Mulher é mais uma porta de entrada para que as demandas sejam devidamente encaminhadas e uma forma de ampliar e se conectar com as redes de atendimento.
 
“A violência contra a mulher requer ações céleres para minimizar o sofrimento e o impacto daquelas que sofrem qualquer tipo de crime. Mais este canal que colocamos à disposição de toda a população para auxiliar nas denúncias e para o recebimento de várias outras demandas é uma forma de agilizar os encaminhamentos que ali chegarem e prestar o devido atendimento às vítimas”, disse a presidente.
 
Para a presidente do Conselho Estadual da Mulher, Gláucia Amaral, a disponibilização desta ferramenta pelo Poder Judiciário de Mato Grosso é de grande importância, principalmente para as vítimas de violência doméstica.
 
“É muito importante as mulheres que são vítimas de violência sentirem que o Poder Judiciário as acolhe, as atende e que o procedimento caminha no sentido de fazer justiça naquelas situações. A Ouvidoria da Mulher é extremamente importante para quem tem processo em tramitação e deseja realmente suprir essa sua necessidade de informações, de comunicação e de ter essa sensação de que o procedimento caminha no sentido de resolver o problema.”
 
Segundo Gláucia Amaral, canais de comunicação e acesso como a Ouvidoria da Mulher são eficientes para o propósito que foram criados. “Tanto para as partes justamente se sentirem amparadas para que elas possam tratar do seu processo e ver uma resposta daquela queixa que elas tenham naquele momento, e seja útil para o próprio Judiciário, pois pode-se fazer uma medição do que está acontecendo nas determinadas situações”, concluiu.
 
Serviço – para fazer qualquer manifestação na Ouvidoria da Mulher basta acessar o site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso: www.tjmt.jus.br , no banner específico ou pelo ClickJud e preencha o formulário eletrônico.
 
Você também pode fazer contato por e-mail: [email protected] 
 
Quebre o Ciclo – Várias ações voltadas ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher são realizadas na gestão da presidente Maria Helena Póvoas, que tem como uma das bandeiras a equidade de gênero. Uma dessas iniciativas é a campanha “Quebre o Ciclo – A vida recomeça quando a violência termina”, com objetivo de levar informação e mostrar que as mulheres vítimas de violência não estão sozinhas.
 
 
Diversas ações são promovidas para difundir as orientações por meio da imprensa, além de formar parcerias com os poderes e instituições para fortalecer, nos municípios, a rede de proteção à mulher vítima de violência doméstica, entre outras.
 
 
Acesse AQUI o hotsite da campanha.
 
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  8 vezes que a Mulher Melancia exibiu treino na academia e impressionou: “Sarada!”
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Poder Judiciário de Mato Grosso

Publicados

em


Como forma de resgatar grandes legados e a história do Poder Judiciário, nesta segunda-feira (20 de setembro) está no ar a quinta edição do programa Memórias do Poder Judiciário. O entrevistado de hoje é o desembargador aposentado Licínio Stefani Carpinelli, com 82 anos, que, dentre tantos assuntos, falou sobre sua vinda para a Mato Grosso e seus primeiros anos na magistratura, o qual ele aponta ser o período mais feliz da vida.
 
“Eu cheguei em Mato Grosso e fui aprovado sem ajuda de ninguém. Posso dizer para você, sem dúvida nenhuma, que esse foi o período mais feliz de minha vida. (…) É no interior do Estado que você tem mais empatia com o povo, que você desenvolve mais sua atividade e onde você pode ser mais útil.”
 
O magistrado falou também sobre como saiu indelével no TJMT. “Aqui no Tribunal eu sempre consegui dialogar e aprendi que às vezes, para você dar um passo pra frente, é preciso dar dois passos pra trás. Não ser inflexível. Todas as proposições que eu coloquei nesse plenário foram aprovadas. Todas! Então, você saiu daqui e continuam as amizades. Conversando e dialogando a gente consegue tudo.”
 
Assista AQUI a íntegra do programa que está disponível no canal do TJMT no YouTube e também no site da Esmagis-MT.
 
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Balcão Virtual e outras ferramentas tecnológicas do TJMT é tema de webinário na OAB
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA