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TJMT lança cartilha para tirar dúvidas sobre nova versão do PJe

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), lança a cartilha com dicas e informações para autoatendimento sobre a nova versão do Processo Judicial Eletrônico (PJe). O material é um guia onde usuários e usuárias poderão tirar dúvidas e melhorar acessibilidade ao utilizar o sistema, sem precisar abrir chamados.
 
 
http://www.tjmt.jus.br/intranet.arq/cms/grupopaginas/100/820/Orienta%C3%A7%C3%B5es_de_acesso_PJE.pdf
 
De acordo com o diretor do Departamento de Suporte e Informação (DSI), do TJMT, Marcos Gomes, sempre que ocorre atualização de uma nova versão do PJe ou a cada novo serviço implementado, a CTI cria esse tipo de conteúdo como forma de facilitar a solução de dificuldades iniciais que usuários e usuárias possam ter.
 
Desde o primeiro dia da disponibilização da nova versão do PJe, no plantão de segunda-feira (11/10), o DSI tem monitorado as ocorrências que chegam à Central de Serviços. “Mapeamos as principais situações que os nossos usuários e usuárias possam aplicar a solução em algumas dificuldades que possam surgir quanto ao acesso ou uso de algum novo recurso que o PJe tenha disponibilizado”, explica Marcos Gomes.
 
Caso a pessoa ainda fique com dúvida ou não tenha conseguido resolver sua dificuldade com o uso da cartilha, basta entrar em contato, pela Central de Atendimento da CTI: (65) 3617-3900 ou por SDM.
 
A cartilha será abastecida com dicas e informações conforme as demandas.
 
Evolução – A versão 2.1.8.1 do PJe foi disponibilizada no dia 11 de outubro, dois dias antes do previsto.
 
Clique AQUI para ver as melhorias da nova versão do PJe.
 
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Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

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Corregedoria lança cartilha sobre a regularização de imóveis rurais na fronteira

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Já Regularizou seu Imóvel? Este é o título da cartilha destinada aos proprietários de imóveis rurais em faixa de fronteira de Mato Grosso e foi idealizada pela Corregedoria-Geral da Justiça do Poder Judiciário de Mato Grosso. Ela é eletrônica e pode ser consultada aqui. Você sabia que todo imóvel que esteja até 150 km da fronteira com a Bolívia tem que ser ratificado? No Estado 28 municípios são atingidos totalmente ou parcialmente por esta necessidade.
 
A faixa de fronteira é uma faixa de 150 km ao longo de toda fronteira terrestre do Brasil. Além desta explicação a cartilha ainda aborda quais municípios do Estado fazem parte desta faixa, a área total envolvida, os imóveis que devem ser ratificados, os procedimentos e documentos necessários para isso, exceções e os contatos para sanar dúvidas.
 
As orientações foram construídas com base na Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015, que determina que todo imóvel em faixa de fronteira deve ser ratificado ou será incorporado ao patrimônio público.
 
Araputanga, Barão de Melgaço, Barra do Bugres, Cáceres, Campos de Júlio, Comodoro, Conquista D´Oeste, Curvelândia, Figueirópolis D´Oeste, Glória D´Oeste, Indiavaí, Jaurú, Lambari D´Oeste, Vila Vela da Santíssima Trindade, Mirassol D´Oeste, Nossa Senhora do Livramento, Nova Lacerda, Poconé, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Porto Estrela, São José dos Quatro Marcos, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do Céu, Sapezal, Tangará da Serra e Vale de São Domingos, são os municípios que têm propriedades a serem ratificadas.
 
Como saber se meu imóvel deve ser ratificado – Os imóveis situados na faixa de fronteira oriundos de titulações feitas pelos estados-membros em terras de domínio da União (titulação a non domino) de terras devolutas federais efetuadas pelo Estado. Até 66 km, período compreendido entre a Constituição Federal de 1891 até a Lei nº 4.947/1966 e os imóveis entre 66 km e 150 km da fronteira, sendo o período compreendido entre a Lei nº 2.597/1955 até a Lei nº 4.947/1966.
 
O que fazer? – O Provimento nº 43/2019 da CGJ do TJMT, normatiza as orientações e práticas de atos notariais e de registro, zelando pela eficiência e segurança aos usuários dos serviços para que as regras previstas na Lei nº 13.178/2015 sejam aplicadas de maneira eficaz na ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões em terras públicas situadas na faixa de fronteira. Nos imóveis até 2.500 hectares o procedimento é realizado diretamente no registro de imóveis.
 
Em caso de não ratificação – De acordo com Lei nº 13.178/2015, os imóveis que não forem ratificados devem ser incorporados ao patrimônio público como terras da União, ou seja, você deixará de ser proprietário do imóvel e será um mero ocupante (posseiro) e deverá requerer novamente a regularização dessas terras para a União, enfrentando um processo de Tttulação de terras e, em alguns casos, dependendo do tamanho da sua área e do seu enquadramento deverá pagar novamente pelo imóvel ou em eventual desapropriação não ter direito à indenização.
 
Ranniery Queiroz
Assessor de imprensa CGJ/TJMT
 
 

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