Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Últimos dias para se inscrever no Curso Básico de Libras do Poder Judiciário

Publicados

em

Se você já pensou em aprender uma nova forma de comunicação e contribuir para um ambiente mais inclusivo no Poder Judiciário de Mato Grosso, essa é sua oportunidade.

A Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso está na reta final das inscrições para o Curso Básico de Libras, formação que busca preparar servidores e colaboradores para uma comunicação mais acessível com pessoas surdas ou com deficiência auditiva.

O curso apresentará conceitos fundamentais da Língua Brasileira de Sinais, além de reflexões sobre a importância da inclusão no atendimento ao público. A iniciativa reforça o compromisso institucional de garantir que todos os cidadãos se sintam acolhidos e compreendidos ao buscar os serviços da Justiça.

As aulas começam na próxima terça-feira (31 de março), em formato online, e serão conduzidas pela instrutora Janaína dos Santos Taques. A capacitação corresponde à continuidade da formação básica, com 28 horas de carga horária.

Podem participar servidores(as), estagiários(as), terceirizados(as), credenciados(as) e colaboradores(as) do PJMT.

Aprender Libras é uma forma concreta de fortalecer a inclusão, ampliar a comunicação e tornar o atendimento do Judiciário ainda mais humano.

Leia Também:  Ferramenta permite ajustar tamanho do conteúdo no portal do TJMT

⏳ Não deixe para depois: as vagas são limitadas.

👉 Inscreva-se agora:
https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/07000000-0aa4-0a58-7cde-08de5dc66d0a

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Estereótipos de gênero podem gerar injustiças no Direito de Família, alerta juíza

Publicados

em

Mulher de blazer preto fala ao microfone diante de plateia sentada. Ao fundo, telão com slide sobre campanha e banner do CEMULHER - Coordenadoria Estadual da Mulher“Não existe pai herói por fazer o que é sua obrigação, nem mãe menos dedicada por trabalhar fora”. A reflexão marcou a palestra da juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, titular da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, durante a capacitação das Equipes Multidisciplinares das Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, realizada na tarde desta quarta-feira (15) pelo Poder Judiciário de Mato Grosso.
Com o tema “Estereótipos de Gênero no Direito de Família”, a magistrada chamou a atenção para a necessidade de psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais reconhecerem e romperem padrões culturais que ainda influenciam decisões judiciais e atendimentos às mulheres em situação de violência.
Segundo a juíza Ana Graziela, a ideia de que a mulher deve ser sempre a principal cuidadora dos filhos, enquanto o homem ocupa exclusivamente o papel de provedor, ainda provoca julgamentos que podem comprometer a imparcialidade dos processos. “A gente não pode taxar as pessoas por um estereótipo. O pai não é herói por cuidar do filho, porque isso é obrigação. Da mesma forma, a mulher não deixa de ser uma boa mãe porque trabalha o dia inteiro ou conta com uma rede de apoio para cuidar das crianças”, afirmou.
Plateia sentada assiste palestra em auditório. Ao fundo, palestrante de preto fala ao microfone diante de telão com slide e banner do CEMULHER.Atendimento sem julgamentos
Durante a palestra, a juíza explicou que esses estereótipos podem resultar em violência processual, quando preconceitos e ideias pré-concebidas interferem na forma como mulheres são ouvidas, acolhidas e avaliadas pelo sistema de Justiça.
Ela destacou que é preciso evitar perguntas e conclusões que responsabilizem a vítima pela violência sofrida ou coloquem em dúvida sua credibilidade. “Não adianta essa mulher ser vítima em casa e, quando chega ao Fórum, sofrer um outro tipo de violência praticada pelo próprio poder público. Ela precisa encontrar acolhimento, não julgamento”, comentou.
Ao abordar a evolução histórica dos direitos das mulheres, Ana Graziela lembrou que muitos padrões sociais foram construídos ao longo dos séculos e ainda se refletem nas relações familiares e nas decisões judiciais. Por isso, defendeu que magistrados e equipes técnicas utilizem o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como instrumento para reduzir vieses e garantir decisões mais justas.
Como mensagem final aos participantes, a magistrada reforçou que empatia e imparcialidade devem orientar a atuação de todos os profissionais que lidam com famílias e mulheres em situação de violência. “Precisamos quebrar os estereótipos de gênero. Um laudo deve ser construído sem julgamentos e baseado na realidade dos fatos. Quem trabalha com essas famílias precisa compreender o contexto em que elas vivem e atuar com empatia para evitar novas formas de violência”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Leia Também:  Desembargadora Clarice Claudino visita Campo Verde e celebra Justiça Restaurativa nas escolas

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA