POLÍCIA FEDERAL
PF deflagra operação contra grupo investigado por tráfico interestadual de drogas
Guajará-Mirim/RO. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2/7), a Operação Bloodline, com o objetivo de desarticular grupo investigado por atuação no tráfico interestadual de drogas e na movimentação de recursos supostamente provenientes da atividade ilícita.
Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, expedidos pela 1ª Vara de Garantias do Tribunal de Justiça de Rondônia. As medidas judiciais foram executadas nos estados de Rondônia e Goiás, sendo três mandados de busca e apreensão em Guajará-Mirim/RO e um em Goiânia/GO.
As investigações apontam a existência de grupo suspeito de atuar na remessa e distribuição de entorpecentes entre diferentes unidades da federação, utilizando vínculos pessoais e familiares e mecanismos de ocultação patrimonial e financeira para dificultar a identificação das atividades ilícitas.
A investigação prossegue com a análise do material apreendido e o aprofundamento das apurações para identificação de outros possíveis envolvidos.
Comunicação Social da PF em RO
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF
Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).
Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).
As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.
Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.
Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
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