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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga crimes de fraudes previdenciárias na Paraíba

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João Pessoa/PB. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Inteligência da Previdência Social do Ministério da Previdência Social, deflagrou, na manhã desta segunda-feira (17/2), a Operação Pororoca, com o objetivo de combater fraudes envolvendo o recebimento indevido de benefício previdenciário.

A operação policial tem por objetivo principal o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, expedido pela 14ª Vara Federal no Estado da Paraíba, a fim de coletar de provas que possam comprovar as fraudes previdenciárias.

As investigações apontam que valores continuaram a ser sacados indevidamente, mesmo após o falecimento do titular do benefício, configurando possível ocorrência crime de estelionato previdenciário.

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba
WhatsApp: (83) 3565 8690
e-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

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Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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